Barómetro PwC da Economia do Mar: sinergias entre público e privado podem exponenciar investimentos

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A apresentação da 9.ª edição do estudo ‘LEME – Barómetro PwC da Economia do Mar (Portugal)’ decorreu no passado dia 10 de Janeiro, no Pavilhão do Conhecimento, em Lisboa. O documento enfatiza a importância da edificação de uma «infra-estrutura legislativa e fiscal» capaz de promover investimento e articular uma maior cooperação entre os sectores público e privado para que Portugal possa capitalizar o seu posicionamento marítimo.

O estudo, elaborado com recurso a um questionário realizado a cinquenta personalidades ligadas à Economia do Mar, pretendeu, abarcar, «de uma forma transversal todos os sub-sectores da economia do mar», detalhou a consultora PwC, citada pela Lusa e pelo Diário de Notícias. Assim, as conclusões indicam que Portugal deve, caso pretenda exponenciar o seu posicionamento marítimo, reduzir a burocracia, apostar no reforço dos equipamentos e fomentar programas internacionais de aceleração de novos negócios.

Entre as prioridades estão, também, a aposta oceânica, a consumação de parcerias internacionais e o reforço das acções de promoção do país (que teve o seu expoente máximo na realização da Portugal Shipping Week) que permitam uma alavancagem da colocação geoestratégica do país. Segundo as conclusões do LEME, seis em cada dez inquiridos pensam que os investidores externos consideram de «elevada importância» a localização geográfica de Portugal ao avaliarem chances de investimento no âmbito da Economia do Mar.

Adiantam a Lusa e o DN que, face à hipótese de existirem Estados que apenas buscam investimento na Economia do Mar de Portugal por motivos geoestratégicos (independentemente do racional económico e do investimento a realizar), 66% dos líderes respondeu afirmativamente, 22% ‘Não’ e 12% afirmou não ter opinião sobre o tema. Quem respondeu afirmativamente indicou que Portugal deve estar, então, vigilante face a tais situações, tomando atenção aos desenvolvimentos no âmbito das relações internacionais, lançando a lupa sobre investimentos de alto valor na Comunidade dos Países da Língua Portuguesa (CPLP) e antecipando possíveis investimentos.

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