Lídia Sequeira: Investimento é «instrumental» para atingir metas de 2026

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Um dos maiores focos de interesse da Conferência ‘Mar em Português’, realizada no passado dia 17 de Outubro no Mosteiro dos Jerónimos, foi a presença da presidente da APP e dos Portos de Setúbal e Lisboa, Lídia Sequeira, no painel de reflexão ‘Logística Marítima’. Além de focalizar o desenvolvimento marítimo-portuário luso nos últimos anos e de elogiar a estratégia mantida pelos Portos, Lídia Sequeira acentuou a importância da ambição quanto aos desígnios do investimento instrumental no sector.

«Investimento instrumental» para maior competitividade em 2026, afirmou Lídia Sequeira

A administradora ressalvou a lista de incrementos infra-estruturais para a próxima década, no sentido de prolongar o progresso marítimo-portuário. A concorrer para tal, também a info-estrutura (na qual Portugal vem dando cartas por antecipação) desempenhará papel de relevo.

E realçou a estratégia para os Portos: «Estamos a trabalhar para atingir os ambiciosos objectivos de 2026, com metas de investimento instrumental que tragam melhorias nas acessibilidades marítimas e terrestres, que apostem na melhoria dos sistemas de gestão informatizada (JUP), num contexto de comunicação comum».

«Não vamos ficar obcecados com a meta dos 100 milhões de toneladas», garantiu

O foco e a ambição de melhoria constante não implicam, ainda assim, uma obsessão com metas particulares de crescimento: «Não vamos ficar obcecados com a meta dos 100 milhões de toneladas; não vamos fazer dela motivo de falhanço ou de objectivo único», assegurou Lídia Sequeira durante uma das suas intervenções. A líder da APL e da APSS garantiu ainda a vontade de «montar uma linguagem universal» no contexto das comunicações e actos administrativos entre Portos lusos e estrangeiros e as entidades que envolvem todo o âmbito portuário comunitário: «Vamos defender, ao nível da União Europeia, que seja aproveitado aquilo que foi e que tem sido investido pelos Estados-membros em prol de uma comunicação feita na mesma linguagem», insistiu.

LEIA A REPORTAGEM NA ÍNTEGRA SOBRE O ‘MAR EM PORTUGUÊS’ NO PRÓXIMO NÚMERO DA REVISTA CARGO!

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