«A DB Schenker tem o cuidado de encontrar soluções específicas para as PME’s»

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Em encontro com os jornalistas, a DB Schenker desvendou as novidades que marcam o presente e traçarão o futuro da companhia de logística global para os próximos anos, principalmente no que diz respeito a Portugal. Para nos ajudar a perceber melhor os contornos dos novos desenvolvimentos, Juan Carlos Moro (CEO Iberia) e Luís Marques (Managing Director para Portugal), responderam às questões das várias publicações presentes no evento.

«A DB Schenker é a maior oferta logística a nível global. Somos a única divisão que opera em todo o mundo – na Europa, logicamente, Américas, na Ásia e também no Médio Oriente. Temos, de facto, uma presença global e em todas as áreas da Economia», introduziu Juan Carlos Moro, antes de mergulhar nos quatro pontos a apresentar. «O primeiro é o lançamento de uma plataforma que se chama ‘Connect 4 Land’», revelou.

‘Connect 4 Land’ visa «levar a cabo a plenitude da logística, sobretudo para clientes de menores dimensões»

O que é o ‘Connect 4 Land’? – «Trata-se de uma plataforma, que, para um operador logístico, pressupõe posicionar todos os serviços da maneira mais simples possível. Levar a cabo a plenitude da logística, sobretudo para clientes de menores dimensões, com uma complexidade logística não tão alargada, mas que, ainda assim, têm necessidades de transportar algo com um só clique, e, assim poder saber quanto custa enviar uma palete de 1500 kg do Porto a Lisboa ou Paris (ou a qualquer parte do mundo, incluindo África), por exemplo. E tudo em tempo real», esclareceu.

«Estamos em busca de mais clientes médios e pequenos»

Juan Carlos Moro

Qual a filosofia por detrás da aposta nesta plataforma digital? «Estamos em busca de mais clientes médios e pequenos, tal como fizemos em Espanha. Por isso mesmo lançámos a plataforma ‘Connect 4 Land’. Depois do nosso país base, a Alemanha, Portugal é o primeiro país onde lançamos a plataforma. Isto serve para nos posicionar mais próximo desse tipo de clientes, que necessitam de soluções que não existem no mercado. Uma startup que comece a vender produtos em Portugal e que os traga da Ásia ou de outros países da Europa, não tem uma solução fácil, depara-se com essa complexidade. Esse é o foco do ‘Connect 4 Land’», rematou.

Opções Full Truck Load e Less Than Truck Load «são soluções específicas e únicas»

«Dentro do serviço terrestre incluímos o transporte ferroviário. Somos o grupo com a diversidade de produtos mais completa, com uma única interlocução. No domínio terrestre temos a parte da grupagem (completamos e optimizamos as cargas) e serviços directos, camiões Full Truck Load (completos) ou Less Than Truck Load, para qualquer parte. São soluções específicas e únicas», adiantou. Estas novas opções da DB Schenker entraram em vigor no passado dia 1 de Abril, revelou Juan Carlos Moro.

Investimento em Portugal com foco na zona Centro do país

«O terceiro anúncio prende-se com os investimentos em Portugal. Estamos a crescer em Portugal e vamos fazer investimentos em novos escritórios e armazéns logísticos nos próximos dois anos. O investimento estimado será de 5 a 6 milhões de euros», adiantou o responsável espanhol, frisando ainda que o foco estará na zona Centro do país.

DB Schenker assume estatuto de motor da facilitação da internacionalização das PME’s

Luís Marques prestou, igualmente, importantes esclarecimentos, aprofundando a política da DB Schenker no âmbito das pequenas e médias empresas, que são parte essencial do tecido empresarial do país: «Caracterizamo-nos por sermos uma empresa global com uma oferta de serviços verdadeiramente global. Temos uma proposta de serviços vertical. Em Portugal, temos uma carteira de clientes de cerca de 6 a 7 mil clientes e diria que todos os líderes de mercado verticais são nossos clientes. A DB Schenker tem o cuidado de encontrar soluções específicas para as pequenas e médias empresas (PME), e fazemos gala disso mesmo, de sermos um dos motores da facilitação da actividade dessas empresas em termos de internacionalização», explicou.

«Sabemos que as PME’s normalmente não têm as estruturas que os grandes clientes têm. Portanto nós tentamos substituir essas estruturas e ser parte integrante das PME’s para as auxiliar no processo de exportação», disse ainda o Managing Director, adiantando também que, em Portugal, o crescimento deverá atingir «os dois dígitos». «Um dos grandes objectivos em Portugal, é a diversificação dos clientes», explicou, afirmando que o investimento previsto em solo português deverá ter em conta, principalmente, «o eixo Coimbra – Vila do Conde».

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