ZILS aicep Global Parques

«A ZILS está praticamente esgotada» e tem contratos de reserva «para mais duas unidades»

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Intervindo durante o webinar ‘Conversas Fora de Bordo’, organizado pela Associação de Transitários de Portugal (APAT), Filipe Costa, CEO da aicep Global Parques, abordou a taxa de ocupação da Zona Logística e Industrial de Sines (ZILS), desmistificando a ideia de que esta tem pouca actividade. Durante a intervenção, Filipe Costa salientou que, antes pelo contrário, a ZILS «está praticamente esgotada» e em busca de expandir a área oferecida.

«É preciso desmistificar um coisa, que penso ser importante: a ideia de que a ZILS tem pouca actividade é completamente falsa, que vem de estarmos a falar de instalações de refinação, petroquímica e energia, que como se sabe, obrigam a grandes distâncias de segurança […] pois estamos a falar de matérias muito sensíveis», começou por explicar o CEO da aicep Global Parques, lembrando que a preocupação com segurança e integridade das áreas florestais «contra incêndios» e a minimização de impactos visuais podem causar uma percepção errada da taxa de ocupação.

ZILS tem taxa de ocupação de 60%: ZAL e SinesTech exponenciam números

Filipe Costa ZILS«São mercadorias pesadas, muitas delas perigosas e que vêm de onde? Da ZILS, que tem uma taxa de ocupação de 60%. Está muito longe de estar vazia. E, se contarmos com os 268 hectares que estão alocados exclusivamente à ZAL, e também nos 210 hectares que estamos agora a desenvolver no contexto do SinesTech Innovation, a ZILS fica praticamente esgotada. Estamos, neste momento, com contratos de reserva para mais duas unidades, uma de expansão e outra nova – uma com uma área de 36 hectares e a outra com 51 hectares», detalhou Filipe Costa.

Aliás, não só está perto da capacidade máxima, a ZILS procura, agora, contar com «mais terrenos» para expandir a oferta a novas empresas e negócios: «A ZILS está praticamente esgotada, de tal forma que estamos a diligenciar para o ICNF (que tem terrenos do antigo gabinete da área de Sines) nos passar mais terrenos», adiantou o responsável, adiantando outro motivo que explica a falsa percepção, agora desmistificada: «Outro factor que concorre para essa percepção é o facto de estarmos a falar de instalações, por vezes gigantescas, que não têm muita mão-de-obra. A ZILS não está vazia, não tem poucas empresas. O que tem, sim, é empresas de grandes dimensões», rematou Filipe Costa.

Saiba mais sobre a intervenção de Filipe Costa no webinar da APAT:

Filipe Costa: ZILS e o Porto de Sines «lideram a transição energética e digital de Portugal»

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