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Aeroporto do Montijo: Estudo de Impacte Ambiental com sérias «lacunas», avançou a SIC

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A SIC avançou ontem com a informação de que o projecto do novo Aeroporto do Montijo poderá estar em risco. De acordo com as últimas declarações de António Costa sobre o tema, o projecto é praticamente «irreversível», faltando apenas, para que haja luz verde, a aprovação do Estudo de Impacte Ambiental. Ora, é aqui que reside o busílis da questão, noticiou, em primeira mão, a cadeia televisiva: o primeiro foi arrasado pela respectiva Comissão de Avaliação.

O Estudo de Impacte Ambiental em curso é já o segundo, depois do primeiro ter sido invalidado pela respectiva Comissão de Avaliação (a 19 de Julho). Ao que a SIC conseguiu apurar (e ontem revelou), o estudo é fortemente criticado pela Comissão de Avaliação, por deixar de fora da análise alguns parâmetros relacionados com a biodiversidade do Estuário do Tejo (como, por exemplo, o impacte do tráfego aéreo nas aves).

Parecer da Comissão de Avaliação apelida o estudo de impacte ambiental de genérico e dotado de «lacunas»

Revela a SIC que a comissão entendeu que o estudo carecia de fundamentação devida nas suas conclusões, recordando, numa peça jornalística ontem divulgada no canal televisivo, que a ANA requisitou, a dia 24 de Julho, o encerramento da avaliação de impacte ambiental, algo que se tinha «tornado automático face à desconformidade do estudo», realça o jornalista da SIC. A ANA aceitou, de seguida, um aprofundamento do estudo de impacte ambiental.

A peça frisa ainda as recomendações da Comissão Europeia face ao projecto: recomendações de cautela e sensibilidade devido à importância do Estuário do Tejo na fauna e flora, afirmando pretender acompanhar de perto a avaliação ambiental.

Aeroporto no Montijo: novo estudo tentará corrigir erros do primeiro

Os pareceres negativos, avança a SIC, são reforçados pelas indicações da Direcção-Geral do Património, do Departamento de Recursos Hídricos, da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e do Instituto para a Conservação da Natureza (ICNF): este último declara mesmo que «não está demonstrada a viabilidade ambiental do projecto», cita a SIC. O novo estudo é uma nova oportunidade para recomeçar do zero.

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