Paulo Paiva (APAT): «Transitários devem adoptar novos procedimentos que advêm das novas tecnologias»

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Durante a realização do 16º Congresso da APAT (Associação dos Transitários de Portugal), o presidente da associação discutiu os temas actuais que envolvem a actividade do sector, desde as carências infra-estruturais que afectam o desempenho logístico até aos desafios da nova era da digitalização e às duras concorrências protagonizadas pelas potências mundiais como a Amazon, que, com bolsos fundos, ameaçam conquistar todas as etapas da moderna cadeia de abastecimento.

Amazon: «Um dos grandes desafios que se colocam aos transitários»

«A Amazon é o exemplo de um dos grandes desafios que hoje em dia se colocam aos transitários», comentou Paulo Paiva, relembrando que uma parte significativa dos transitários portugueses integram pequenas e médias empresas com um poder económico-financeiro infinitamente mais parco que o gigante mundial do comércio electrónico e do ‘cloud computing‘.

Mas, acrescentou o presidente da APAT, todos os desafios abrem a porta a novas oportunidades que devem ser enfrentadas com coragem e engenho.

A Amazon, que actualmente detém mais de quarenta subsidiárias, tem dado asas aos seus planos de expansão, saltando, em pouco tempo, da condição de simples retalhista ‘online‘ para o estatuto de polvo logístico – a aquisição da Whole Foods, por 13,4 mil milhões de dólares, foi o passo final rumo à transformação do retalhista virtual numa cadeia física de lojas e armazéns cada vez mais multi-facetada e disseminada pelos territórios. Se a isto juntarmos as suas análises preditivas e o inerente potencial informático, temos uma visão daquilo que se agigante perante o sector.

Transitários «devem apostar na mudança»

Para Paulo Paiva, que intervia num debate moderado pelo jornalista do Expresso Nicolau Santos, os transitários «devem apostar na mudança, adoptando novos procedimentos que advêm das novas tecnologias». As exigências do processo logístico reflectem, explicou, uma nova atitude por parte do cliente – «as empresas devem apostar para continuar a dar resposta às necessidades dos seus clientes», seja no «encurtamento dos prazos» seja «na tomada de decisões de curto prazo», dado o imediatismo das suas demandas.

 

Foto: APAT

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