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ANTP faz soar o alarme: sector precisa de «algo urgente» e não poderá esperar até final do ano

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Medidas imediatas – a exigência é da Associação Nacional das Transportadoras Portuguesas (ANTP) e, ao que tudo indica, as negociações que decorrem entre a associação e o Executivo apenas contemplam acções no final de 2018. Daí que se vislumbre, ao virar da esquina, uma rejeição, por parte da ANTP, às hipotéticas soluções avançadas pelo Governo.


Sector «precisa de algo urgente»: ANTP faz soar o alarme

De acordo com a agência Lusa e o Jornal Económico, as negociações realizadas no passado Sábado não foram proveitosas, e, hoje (dia 12) nova ronda negocial ocorrerá, mas, depreende-se das últimas palavras de Márcio Lopes (citadas pelo Jornal Económico), presidente da ANTP, que a associação rejeitará as soluções propostas pelo Governo. Para o líder da ANTP, o sector «precisa de algo para agora, algo urgente».

«Até ao final do ano é impossível» esperar, alertou Márcio Lopes, uma vez que o «o sector tem muitas situações que não consegue ter maneira de aguentar até ao final do ano». Para o timoneiro da associação, é urgente proceder-se a uma debate sobre o sector dos transportes, «que não está com legislação e regulamentação apropriadas à actualidade» – o dossier não se esgota, assegurou, na expansão do limite do gasóleo profissional.

«Queremos que o Governo coloque 90% do caderno em prática», afirmou Márcio Lopes

São, no total, 18 tópicos reivindicativos os que constam da lista da ANTP, lista essa que inclui os 30 dias de pagamento obrigatório, a indexação do preço de combustível à factura, a criação de uma secretaria de Estado dedicada aos transportes e a adopção de um mecanismo que reflicta a inflação no sector, melhores condições para os motoristas e descontos nas portagens.

«Queremos que o Governo coloque 90% daquele caderno em prática, com urgência, porque no sector as empresas micro, médias e pequenas, que trabalham somente no sector dos transportes, neste momento, é pouco aquilo que conseguem manter as empresas a trabalhar», afirmou, citado pela Lusa e Jornal Económico.

Recorde-se que, no passado dia 28 de Maio, os camionistas intentaram uma acção de protesto, embora esta não tenha tido a adesão pretendida.



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