ANTRAM critica postura do SNMMP e exige «término da greve» para voltar à mesa

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A ANTRAM reuniu ontem com a Direcção-Geral de Energia e Geologia (DGEG) e com representantes do Governo e de outras entidades, com o intuito de analisar a situação resultante da greve dos motoristas de matérias perigosas.

Perante a solicitação do Executivo para que se sente à mesa com o Sindicato Nacional de Motoristas de Matérias Perigosas (SNMMP), a associação apenas estará disponível para tal cenário caso sejam preenchidos os seguintes requisitos: o «cumprimento dos serviços mínimos decretados pelo Governo» e o «término da greve».

Requisição cível «tem efeitos imediatos», esclareceu a associação

A associação abordou também a requisição cível hoje decretada pelo Governo, lembrando que a mesma «tem efeitos imediatos», ao contrário, alega, da versão postulada pelo sindicato. «Importa por isso esclarecer que, a informação que está a ser divulgada de forma totalmente irresponsável pelo Sindicato segundo o qual, esta requisição só tem efeitos daqui a 48 horas não é verdadeira», atirou, em comunicado, a ANTRAM.

«Resulta claramente da Portaria que nos dias 16, 17 e 18 de Abril, os motoristas a requisitar têm de comparecer e prestar a sua actividade», alertou a ANTRAM, lembrando que a recusa implica «a violação de um dever especial de incumprimento» que poderá redundar em processos disciplinares e até prisão.

ANTRAM lamenta «conduta reprovável do Sindicato»

Lembrando que o despacho «que fixou os serviços mínimos está e esteve sempre em vigor», a associação lamentou «a conduta reprovável do Sindicato, que ao longo deste processo, tem feito circular informações erradas junto dos trabalhadores numa atitude de manifesta má-fé, colocando consequentemente em risco os postos de trabalho destes trabalhadores e não assumindo qualquer responsabilidade sobre o que os trabalhadores possam vir a incorrer».

«O direito à greve deve e tem de ser respeitado mas tal não significa que durante tal período, não continuem a existir obrigações legais que têm de ser cumpridas e em que assenta um Estado de direito democrático», rematou a ANTRAM, associação que é presidida por Gustavo Paulo Duarte.

 

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