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ANTRAM quer linha de crédito para o sector; APAT pede isenções e flexibilização de horários

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A propagação do novo coronavírus em Portugal levou Portugal a entrar em Estado de Emergência. As disrupções logísticas, comerciais e financeiras batem à porta neste tempo de calamidade, e o sector do transporte de mercadorias não será imune ao contágio do COVID-19. Em reacção às medidas apresentadas no passado dia 18 pelos pelos ministros Pedro Siza Vieira e Mário Centeno, a ANTRAM e a APAT vieram a terreiro reivindicar mais apoios para as empresas, antecipando momentos de precariedade financeira num país onde a maioria das empresas é PME.

ANTRAM e APAT exigem mais apoios às empresas

Face à escalada do COVID-19 em Portugal, «a ANTRAM remeteu um ofício ao Governo a reivindicar que as empresas do sector sejam também elas incluídas nas medidas económicas para o segundo trimestre de 2020, nomeadamente nas Linhas de Crédito para empresas», vincou a associação, através de uma missiva destinada aos seus associados. Já a APAT sensibilizou o Governo para a necessária «flexibilização no horário de trabalho dos motoristas e redução/isenção de pagamento das Infra-estruturas viária, aérea, ferroviária e marítima».

A associação nacional de transitários saudou as medidas tomadas pelo Governo, mas insistiu, pela voz do seu presidente executivo António Nabo Martins para que «sejam tomadas outras para o sector dos transitários, de modo a continuarmos a colocar todas as possíveis soluções logísticas ao serviço da nação». As empresas vêem-se agora forçadas a adoptar diariamente «medidas alternativas ao transporte» de bens, o que leva a «mais custos e menos receitas», sendo, assim, vital uma almofada financeira que permita às empresas subsistirem em época de crise total.

«Se é verdade que nalgumas situações somos verdadeiros heróis, também temos de reconhecer que sem este tipo de ajudas não vamos conseguir, em primeiro lugar, lutar contra esta fatalidade e, em segundo lugar, sobreviver conservando empresas, postos de trabalho e a coesão de Portugal», rematou António Nabo Martins, que lembrou ainda que é graças à actividade transitária que é possível cada país ter acesso ao abastecimento de bens alimentares, bens de primeira necessidade, medicamentos, entre muitos outros produtos.

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