APAT define «quatro vectores» que orientarão a sua acção nos próximos três anos

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Os renovados Corpos Sociais da APAT – Associação dos Transitários de Portugal tomaram posse esta terça-feira, numa cerimónia em Lisboa, depois das eleições do passado dia 21 de Março para o triénio 2018-2020.



A cerimónia – na qual estiveram representados vários associados da APAT mas também entidades de referência do sector – não podia deixar de contar com o discurso de tomada de posse de Paulo Paiva, reeleito para o cargo de Presidente da Associação, no qual deixou claro que, para este novo mandato, foram estabelecidos «vários objectivos enquadrados por quatro vectores, que consideramos fundamentais para prosseguirmos com a missão da associação».

Vector institucional e aposta nos PALOP e regiões autónomas

O primeiro vector apresentado por Paulo Paiva, a nível institucional, passa pela «representação proactiva junto da tutela, das Autoridades, de outras Associações do sector, também a nível internacional com a FIATA , a CLECAT e o EACPJC (European Air Cargo Programme Joint Council)». Ainda neste ponto, acrescenta o objectivo de «estabelecer contactos com Associações congéneres nos PALOP e dinamizar a representação nas regiões autónomas».

Melhoria dos serviços da Associação como segundo vector

apat paulo paivaNo seu discurso, o Presidente da APAT apresentou um segundo vector ligado aos serviços da Associação, destacando «a implementação do Sistema de Gestão da Qualidade, o desenvolvimento de uma plataforma de e-learning – permitindo levar a Formação APAT a mais associados, mas também a todos os que pretendam obter conhecimento dentro da nossa área de actuação – a criação e dinamização de acções de formação e consultoria conjunta e implementação de processos no âmbito do Regime Geral de protecção de dados, iniciar programa de consultoria para certificação AEO e avaliação e possível revisão das condições de atribuição do  Selo de Excelência para que cada vez mais esteja ao serviço das empresas que apostam nesta distinção como factor de reconhecimento e diferenciação».

Todos estes pontos, acrescenta Paulo Paiva, contribuirão para «passar uma mensagem de rigor e capacidade financeira, qualidade, garantia de nível de serviço e constante adequação às exigências do mercado».

Terceiro vector: comunicação interna e externa

O terceiro vector orientador da acção da APAT para o próximo triénio diz respeito à «comunicação interna e externa» da Associação, onde Paulo Paiva destaca a Revista APAT como «um activo importante» e que será actualizado, «devendo estar disponível também nos meios electrónicos, alargando aos PALOP a distribuição por essa via».

Ainda neste campo da comunicação, Paulo Paiva anunciou que a Associação de Transitários está «já a trabalhar para a criação do Blogue APAT».

Valorização da equipa APAT é o quarto vector

Apresentado como quarto vector – e «garantidamente o mais importante a nível interno», segundo as palavras de Paulo Paiva – foi mencionada a «formação contínua e a valorização dos recursos humanos da Associação». Aqui, o Presidente da APAT realça que «a aposta em mais e melhores competências resulta num incremento da capacidade da APAT no suporte ao sucesso dos nossos associados».

2018 é “Ano da Multimodalidade” e, por tal, o “Ano do Transitário

No seu discurso de tomada de posse, Paulo Paiva lembrou que a Europa atravessa um período de desafios complexos no sector dos Transportes, nomeadamente ao nível das emissões poluentes, tendo como meta «atingir os objectivos do Acordo de Paris».

E tal momento, recorda Paulo Paiva, levou a que a Comissária Europeia dos Transportes tenha designado 2018 como o “Ano da Multimodalidade”. O Presidente da APAT acrescenta mesmo que 2018 deve então ser igualmente visto co o “Ano do Transitário”, até porque, recorda, «é reconhecido que, desde sempre, o Transitário é o Operador Multimodal por excelência».

«Então, o reconhecimento da importância da Multimodalidade pela Senhora Comissária é o reconhecimento do papel fundamental dos Transitários para a competitividade das empresas e países no mercado global», concluiu.



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