APAT saúda implementação da definição de Porto Seco, que «impactará seriamente na cadeia logística»

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Através de uma missiva dirigida aos órgãos de comunicação social, a APAT congratulou-se hoje com os desenvolvimentos recentes no dossier da definição de Porto Seco, uma vez que se materializa «um passo adiante, que impactará seriamente na cadeia logística».

Com o objectivo de implementar o conceito de porto seco e a simplificação das transferências de mercadorias entre os Portos, a criação de um grupo de trabalho, ainda em 2018, terá sido o tiro de partida para um dossier que já contou com a aprovação do Conselho de Ministros.

Encurtar distâncias entre o porto marítimo e o seco é imperativo para a «facilitação na transferência das cargas»

Sobre este desenvolvimento, refere a APAT que «várias organizações e players têm trabalhado nos últimos anos para diminuir esta distância entre o Porto Marítimo e o Porto Seco. Ficam agora muito mais próximos, permitindo assim facilitação na transferência das cargas, diminuição da burocracia, minoração dos tempos de espera». Estaremos perante, frisa a associação, «uma verdadeira simplificação do processo».

Os esforços rumo à implementação definitiva da definição de porto seco visam «descomplicar o desembaraço das mercadorias que circulam entre depósitos temporários em regime simplificado aumentando assim a competitividade dos portos nacionais e do sector exportador nacional, potenciando as vantagens competitivas da economia nacional», sublinhou a APAT.

Socorrendo-se do que está plasmado no despacho, diz a APAT que «a implementação do porto seco trará vantagens para os operadores económicos, nomeadamente no âmbito da redução/eliminação de garantias bancárias, eliminação de estrangulamentos administrativos, envio das declarações aduaneiras e na simplificação da transferência de mercadorias entre depósitos aduaneiros».

Revelando-se apologista da solução arquitectada, a associação refere que o cruzamento destes parâmetros permitirá «elevados parâmetros de qualidade, de mobilidade, e de flexibilidade, permitindo ainda aceder e utilizar ferramentas de digitalização e modernização administrativa, que admitirá utilizar ‘ferramentas informáticas’ como a JUL, possibilitando estar entre os Países mais evoluídos nesta matéria. Destacamos dentre os factores mais atractivos desta solução, tão somente trazer o mar até terra e o interior até ao Litoral de uma maneira extremamente fácil».

APAT deixa questões para o futuro do dossier: «Como, quem e de que forma se pode organizar e estruturar para assumir um Porto Seco»?

«A APAT aguarda com alguma expectativa as conclusões do grupo de trabalho, nomeadamente nas condições necessárias à constituição oficial de ‘Porto Seco’. Como, quem e de que forma se pode organizar e estruturar para assumir um Porto Seco. Se entidades privadas, públicas, etc…, pois todos sabemos que existem infra-estruturas de várias tipologias, que actualmente asseguram a figura de Porto Seco e assim têm garantido a estabilidade e capacidade de crescimento que se tem verificado no sector em Portugal», rematou a associação.

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