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APAT sugere à tutela a criação de uma «Direcção Geral para a Logística e Transportes»

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No rescaldo do último Congresso da APAT, realizado na recta final de Outubro, a associação nacional de transitários revelou – através de um comunicado – que enviou à tutela «algumas propostas» na tentativa de «ajudar a solucionar alguns problemas que afectam a competitividade das nossas empresas, nomeadamente a morosidade com que algumas entidades retardam a deliberar». Entre elas está a criação de uma «uma Secretaria de Estado, ou mesmo uma Direcção Geral para a Logística e Transportes», adiantou a associação.

APAT Nabo MartinsEntre os princípios que deverão orientar a resposta do país à crise disruptiva da Logística, estão, vinca a APAT, o «foco numa política económica de investimento em pesquisa e inovação, transporte ferroviário e infra-estrutura portuária e aeroportuária», a «reorganização do Estado, criando uma Secretaria de Estado, ou mesmo uma Direcção Geral para a Logística e Transportes, tendo competências que lhe permitam ter a sob a sua alçada as decisões estratégicas sobre todo o sector», a aposta na continuidade da «implementação da JUL, integrada numa «futura estrutura que faça a ligação com todo o sector, e que permita a integração com todos os modos de transporte, seguramente terá maior desenvolvimento».

Será igualmente importante a criação de «Corredores Logísticos, conectados e que conectem plataformas logísticas, colocando-os ao serviço da produção nacional, para ajudar a viabilizar as empresas instaladas em Portugal, nacionais e multinacionais, permitindo que mais empresas consigam fazer chegar os seus produtos aos mercados internacionais». O país deverá, segundo a APAT, «elaborar uma estratégia que deverá passar por termos Portugal como um hub logístico internacional» e apostar no fomento do «conhecimento, inteligência, capacidade tecnológica e governação. Sobretudo que se criem as infraestruturas necessárias para prosseguir esta estratégia». A associação vinca que o «ambiente colaborativo digital é um factor verdadeiramente disruptivo e diferenciador», sendo uma vantagem para as empresas, que, actualmente, «convergem, colaboram e comunicam num mundo digital – mundo esse que se pretende que seja um espaço tecnologicamente seguro, ágil, produtivo e envolvente».

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