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Aposta na ferrovia e portos: Século XXI será «marcado pelo paradigma da conectividade»

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O homem escolhido para delinear o plano de recuperação da economia portuguesa considera a aposta na ferrovia e nos portos uma prioridade, considerando que o presente século será «marcado pelo paradigma da conectividade», como se pode ler no documento que contém as medidas de revitalização, intitulado ‘Proposta para a Visão estratégica para o Plano de Recuperação Económica e Social de Portugal 2020-2030’.

Aposta deve passar pela concretização de projectos em vez de alimentar «polémicas»

ferrovia intermodalidade ferroviária saragoçaO documento, gizado por António Costa Silva, já foi (na passada Quinta-feira) entregue ao membros do Governo, em Conselho de Ministros, e faz a apologia da aposta nas potencialidades sustentáveis da ferrovia e do aumento da capacidade portuária. O documento começa por salientar que o país tem de terminar a construção de algumas infra-estruturas que são «indispensáveis para ter sucesso no século XXI, um século que vai ser marcado pelo paradigma da conectividade». É tempo de agir, de completar projectos, ao invés de alimentar «polémicas», aconselha o documento.

No modo ferroviário, Costa Silva defende a materialização do Plano Ferroviário com a finalização dos projectos em curso e modernizar a rede, «porque uma rede ferroviária eléctrica nacional é mais competitiva, mais limpa e está em sintonia com os esforços de descarbonização da economia». Neste contexto, a construção do eixo Sines-Madrid e a renovação da Linha da Beira Alta são dois projectos prioritários.

O plano sugere ainda a construção de uma linha de alta velocidade entre Porto e Lisboa para passageiros, explicando, para tal, que a «ligação potenciará a afirmação das duas áreas metropolitanas do país» e que acabará por trazer «grandes ganhos ambientais por dispensar as ligações aéreas». No domínio marítimo-portuário, o plano sugere «investir nos portos de Sines e de Leixões para aumentar ainda mais a sua competitividade em termos de instalações e equipamentos para receber grandes navios».

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