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APSS afiança não haver causa-efeito entre as dragagens e a erosão das praias

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O semanário ‘Setúbal Mais’ publicou, no passado dia 6 de Setembro, uma matéria noticiosa concernente ao Porto de Setúbal e às dragagens que decorrem, no âmbito do Projecto de Execução da Melhoria das Acessibilidades Marítimas do porto sadino. A peça conta com esclarecimentos da APSS em relação a uma possível ligação causa-efeito entre as dragagens e a erosão verificada nas praias.



Dragagens e erosão das praias sem conexão causa-efeito

A peça dá conta do esclarecimento da APSS, que diz não existir relação causa-efeito entre as dragagens e a erosão nas praias, uma vez que a última dragagem realizado sucedeu há mais de quatro anos, lembrando ainda que o Projecto de Execução da Melhoria das Acessibilidades Marítimas ao Porto de Setúbal baseou-se num «estudo de impacto ambiental que contou com o contributo de técnicos e académicos com elevado conhecimento sobre o estuário do Sado».

Segundo a administração do porto sadino, tal estudo «contempla uma avaliação e simulações em modelos matemáticos dos impactes hidrodinâmicos e transporte sedimentar, resultante das alterações à geometria do Canal da Barra e canal Norte, locais onde irão ser realizadas as dragagens de aprofundamento». Os estudos, metodologias de trabalho e avaliação de riscos, diz a APSS, «encontram-se documentados e justificados tecnicamente, estando disponíveis na página da Agência Portuguesa do Ambiente (APA)».

«Ainda no âmbito do presente projecto de Melhoria dos Acessos Marítimos ao Porto de Setúbal, mais de metade do volume total das dragagens a realizar serão lançados na base da formação deltaica da península de Tróia, o que, tendo em conta o comportamento hidrodinâmico e de transporte sedimentar, acabará por realimentar as praias de Tróia, e as localizadas a Norte, tais como a Figueirinha, Galapos, Galapinhos e Portinho da Arrábida», esclarece.

Intervenções sem impacto negativo no turismo náutico

«(…) Em sede de audição publica, não se verificou por parte dos operadores turísticos qualquer tipo de
observação. O projecto de aprofundamento do canal da barra e canal Norte, o Estudo de Impacte Ambiental e a subsequente Avaliação de Impacte Ambiental, não identificaram qualquer tipo de intervenções que de uma
ou outra forma, pudessem gerar impactos negativos na actividade de turismo náutico», finalizou a APSS.



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