Aquisição da Hapag-Lloyd pela CMA CGM é «proposta sem sentido», diz Klaus-Michael Kuhne

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O segundo maior accionista da Hapag-Lloyd, Klaus-Michael Kuhne, rejeitou ontem publicamente a ideia de uma hipotética fusão com a operadora marítima CMA CGM, dizendo que, a surgir algum desenvolvimento nesse contexto, seria, sim, a aquisição da transportadora francesa e não o inverso, admitindo, no entanto, que existiram abordagens nesse sentido.



Hapag-Lloyd «não quer ser dominada pelos franceses», garante Klaus-Michael Kuhne

Actual dono de 25% da Hapag-Lloyd, Klaus-Michael Kuhne afirmou aos accionistas – durante a última reunião geral anual da Hapag-Lloyd, no dia 10 de Julho – que a transportadora de Hamburgo «não quer ser dominada pelos franceses», antes pelo contrário: «na melhor das hipóteses, seremos nós a querer controlar» a CMA CGM,  relatam fontes da Reuters.

Os rumores de uma possível compra da Hapag-Lloyd por parte da transportadora francesa adensaram-se no arranque desta semana, após a empresa alemã admitir um processo de corte de custos devido aos resultados financeiros dos últimos meses. A aquisição daria, recorde-se, origem à maior linha de transporte marítimo de contentores do mundo.

Proposta «sem sentido», afirmou o segundo maior accionista

A Kuhne é o segundo maior accionista da Hapag-Lloyd, depois da CSAV Germany Container Holding, que detém 25,8% da companhia. Kuhne confirmou a abordagem da CMA CGM à emissora alemã NDR90.3: «Não me incomoda, houve várias tentativas de nos fazer falar», descrevendo ainda a proposta como «sem sentido».



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