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One Belt One Road: Portugal e Macau na «linha da frente» e Sines em posição privilegiada, diz Vítor Sereno

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De acordo com a agência Lusa, o chefe do Executivo de Macau afirmou que o país terá uma contribuição activa no contexto da mega-iniciativa chinesa One Belt One Road devido à sua capacidade geoestratégica, patente na sua característica de ligação entre a China e o Ocidente.



Macau «terá participação activa na One Belt One Road»

«Baseada nas suas vantagens singulares enquanto ponte de ligação no intercâmbio cultural entre a China e o Ocidente, designadamente plataforma de cooperação comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa, Macau terá uma participação activa na estratégia nacional One Belt One Road», declarou Fernando Chui Sai On.

As afirmações do líder do Executivo sucederam-se durante as comemorações do dia 10 de Junho, na residência consular, adiantou a Lusa. Fernando Chui Sai On reforçou a intenção de continuar a desenvolver «relações de amizade», cooperação e colaboração entre a Região Administrativa Especial de Macau da República Popular da China e Portugal.

Portugal «na linha da frente» com Porto de Sines «na confluência» das 3 rotas internacionais, diz cônsul-geral de Portugal na região

As palavras de Vítor Sereno, cônsul-geral de Portugal na região, seguiram também esse mesmo sentido, destacando o «momento alto» do relacionamento diplomático e económico entre China e Portugal e enfatizando as oportunidades que se aproximam na sequência do projecto internacional iniciado em 2013 pela China: «Queremos estar na primeira linha da iniciativa One Belt One Road. China e Portugal são parceiros nesta visão, podendo o meu país servir de ponto de encontro entre as rotas marítima e terrestre», explicou.

Vítor Sereno destacou ainda o potencial do Porto de Sines, situado «na confluência de três rotas internacionais de comércio (Mediterrâneo, África e Canal do Panamá)». Um trunfo que também a Ministra do Mar, durante a sua recente visita oficial à China, frisou assertivamente.

As declarações de Vítor Sereno vão ao encontro dos esforços lusos e chineses para o estabelecimento de uma novo relacionamento – mais intenso e profícuo – pautado por um avolumar do investimento chinês nas infra-estruturas portuguesas e de uma cooperação cada vez mais blindada.

«É momento para dar um passo qualitativo no investimento chinês em Portugal, direccionando-o também para a criação de empreendimentos de raiz em novos sectores», declarou. «A cooperação na mobilidade eléctrica seria particularmente promissora», completou.



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