Bureau Veritas acredita que opção da CMA CGM pode abrir novos caminhos ao GNL

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O caminho seguido pela CMA CGM ao escolher o GNL como combustível para os seus futuros nove navios de 22.000 TEU’s pode abrir novos horizontes à adopção mais generalizada deste combustível na indústria marítima. Quem o diz é a Bureau Veritas, pela voz do seu vice-presidente Claude Maillot.

«Vai desbloquear a cadeia de abastecimento (de GNL) e dar um bom exemplo a outros com a sua coragem de desbloquear este potencial», referiu Claude Maillot quando questionado sobre os eventuais impactos da decisão da CMA CGM na indústria do shipping, acrescentando ainda que outros armadores têm mostrado interesse neste caminho.

«Quantos mais navios construirmos, mais equipamentos estarão disponíveis e isso terá um efeito decisivo na redução de custos da construção», referiu ainda o responsável da Bureau Veritas, admitindo que outros armadores que estavam na expectativa podem agora dar o passo decisivo depois do exemplo dado pela CMA CGM.

Já sobre a adopção do GNL por parte de navios graneleiros, Maillot mostrou-se mais cauteloso e admitiu que não têm existido grandes manifestações de interesse por parte dos armadores. «Posso estar errado, mas aqui estou um pouco mais céptico», admitiu a este propósito.

Bureau Veritas assegura contrato de classificação dos novos navios da CMA CGM

Entretanto, os dois estaleiros chineses contratados para construir os nove navios da CMA CGM a GNL assinaram um contrato de classificação com o armador francês e com a sociedade de classificação Bureau Veritas.

Leia também: CMA CGM contrata a Total para abastecimento dos seus navios a GNL

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