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Luís Cacho: Sines pode «atingir os 6 milhões de TEU’s dentro de 10 anos»

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A Revista Cargo organizou, na passada terça-feira, a Conferência ‘Mar em Português’, no salão nobre do Mosteiro dos Jerónimos, um evento que contou com a presença de distintos actores do universo marítimo-portuário português como a presidente da Associação dos Portos de Portugal e presidente do Porto de Lisboa e do Porto de Setúbal, Lídia Sequeira, e o presidente do Porto de Sines e conselheiro da APLOP, Luís Cacho.

«Crescimento vai manter-se», garantiu Luís Cacho

Intervindo no âmbito do tema ‘O Mar Português no Mundo’, Luís Cacho realçou, enquanto conselheiro da APLOP, o desígnio do fomento das trocas comerciais no contexto lusófono, sendo a associação, nesse plano, um «agente activo» na busca de parcerias com vista «à aproximação jurídica entre portos e países». Também «a criação do conceito da marca APLOP» mereceu destaque – Luís Cacho relevou que a ambição é a de avançar para a simplificação da tramitação documental, nas relações entre os operadores económicos e autoridades, mediante um sistema de certificação.

Na qualidade de presidente da APS, Luís Cacho debruçou-se sobre o papel de liderança operacional do Porto de Sines, as suas inesgotáveis valências e as oportunidades que continuarão a ser contempladas nos anos vindouros, no sentido de manter a infra-estrutura portuária na crista da onda – «o crescimento vai manter-se nos próximos anos, e, para tal, temos dois projectos prestes a arrancar: a expansão do Terminal XXI e o lançamento do novo Terminal Vasco da Gama», afirmou durante a reflexão, mediada pelo director da Revista CARGO, Joni Francisco.

Objectivo de atingir os 6 milhões de TEU’s «dentro de dez anos»

«Sines tem estratégia de longo prazo», garantiu Luís Cacho, explicando que «o porto é olhado como um todo» e não apenas através do prisma do segmento dos contentores – assim, assegurou o timoneiro da APS, estão a ser desenvolvidos esforços, quer para «minimizar os efeitos da central termoeléctrica» que está a terminar o seu ciclo de vida (abrindo novas oportunidades para outras cargas em Sines) quer para encarar a oportunidade proporcionada «pelo potencial do GNL (gás natural liquefeito)», relembrou.

Na visão de Luís Cacho, «o Porto de Sines tem um vasto potencial de crescimento nos próximos quarenta anos», recordando que «todos os terminais podem continuar a crescer». A intervenção deixou ainda patente uma perspectiva ambiciosa: «Dentro de dez anos, Sines pode triplicar e atingir os 6 milhões de TEU’s», rematou o presidente da APS.

LEIA A REPORTAGEM NA ÍNTEGRA SOBRE O ‘MAR EM PORTUGUÊS’ NO PRÓXIMO NÚMERO DA REVISTA CARGO!

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