Consórcio MAIS Cargueiro

CEO do Consórcio MAIS faz «balanço muito positivo» da operação Açores-continente

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Completados três meses de operações de transporte de carga aérea entre os Açores e o continente, foi tempo do Consórcio MAIS (constituído pela companhia aérea espanhola Swiftair, a ALS e a empresa logística Madeirense Loginsular) fazer o balanço da nova aventura que dá seguimento ao sucesso gradual da empreitada aérea iniciada pela empresa. Ao ‘Diário dos Açores’, António Beirão, CEO do Consórcio MAIS, fez uma avaliação positiva da operação.

«Operacionalmente, o balanço é muito positivo», disse António Beirão

«Operacionalmente, o balanço é muito positivo, pois conseguimos garantir, de forma fiável, a prestação de um serviço de qualidade, apesar das dificuldades criadas pelas múltiplas tempestades que assolaram as ilhas neste período», declarou António Beirão. A operação que liga os Açores ao continente é diária, realizando-se entre as terças-feiras e o Sábado.

Ao jornal açoriano, António Beirão deixou um agradecimento aos «parceiros comerciais, transitários, associações empresariais, empresas de correio expresso e correios a confiança que depositaram no projecto da MAIS», em especial ao sector das Pescas. A aposta nesta conexão tem sido um sucesso: operação do avião cargueiro «veio aumentar em 25 toneladas por semana a oferta de capacidade disponível entre São Miguel, Terceira e o Continente», revelou.

Críticas à «forte resistência» da SATA

Entre ambições, oportunidades e desafios, o CEO do consórcio destaca a intenção de expansão do serviço a outras ilhas, sem esquecer a «forte resistência» demonstrada pela SATA, que «continua a tentar criar uma forte resistência à assistência [carga e descarga] da aeronave, secundarizando a receita anual de mais de meio milhão de euros, que cobra pela prestação daquele serviço».

O responsável deixou, assim, frontais críticas à direcção de handling da SATA: «Em vez de caminharmos em conjunto e de forma objectiva numa resposta adequada às necessidades da economia regional e às suas expectativas sobre o transporte aéreo, a direcção da SATA handling parece isolar-se, não dando importância ao que verdadeiramente o é», disse, durante a entrevista. António Beirão frisou ainda que a «complementaridade do espaço oferecido pelo cargueiro é indispensável para a Região».

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