CER e Unife pedem que ferrovia seja considerada decisiva na recuperação económica europeia

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As associações europeias CER e Unife, que representam operadores ferroviários, gestores de infra-estrutura e o sector de abastecimento ferroviário, enviaram uma carta ao vice-presidente da Comissão Europeia, o holandês Frans Timmermans, à comissária dos Transportes, a romena Adina Valean, à comissária de Coesão e Reformas, a portuguesa Elisa Ferreira, e aos ministros dos transportes da UE, solicitando que o próximo orçamento comunitário considere o transporte ferroviário como elemento decisivo para a recuperação da Europa no período pós-COVID-19.

CER e Unife pedem transição «célere rumo à mobilidade sustentável»

No contexto da revisão do Quadro Financeiro Plurianual, as organizações exigem que o mecanismo Connecting Europe Facility (CEF 2), que é a próxima geração de fundos estruturais e o programa Horizonte Europa, adopte uma estratégia «correcta» para o transporte na Europa nos próximos anos e que coloque a ferrovia como «elemento central do sistema de transporte europeu, a espinha dorsal da mobilidade de amanhã». O CER a Unife dizem ser urgente «expandir o CEF 2 e alocar mais recursos orçamentais para alcançar uma transição célere rumo à mobilidade sustentável».

Reacção à pandemia realçou preponderância do transporte ferroviário

Para as organizações, os «eventos recentes» apenas realçam a «importância de investir em agentes económicos confiáveis, como o transporte ferroviário», assegurando que os investimentos em infraestrutura ferroviária beneficiam a sociedade como um todo, já que «garantem o transporte seguro e confiável de pessoas e bens, mesmo em meio a crises de saúde como a causada pelo Covid-19». A expansão e renovação de infra-estruturas existentes «oferecerão oportunidades importantes para melhorar a economia da Europa», pode ler-se na missiva.

Na carta, a CER e a Unife explicam que as empresas de transporte ferroviário de mercadorias «demonstraram a sua força ao oferecer conexões de carga transfronteiriças eficientes para grandes volumes de carga usando recursos humanos mínimos». O investimento em recursos e tecnologias será vital para «maximizar a capacidade de infra-estrutura ajudará o frete ferroviário a atingir seu verdadeiro potencial», frisam ainda as entidades.

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