Espanhola CETM critica posição «de abuso e concorrência desleal» dos carregadores

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A Confederação Espanhola de Transporte de Mercadorias (CETM), em conluio com as outras organizações do Comité Nacional de Transporte Rodoviário (CNTC), expressaram às autoridades da concorrência de Espanha a sua preocupação com o «efeito negativo que podem ter na economia as práticas de posição de abuso e concorrência desleal sofridas pelas empresas de transporte rodoviário face à generalidade dos seus clientes».

Carregadores tiram partido «da fragilidade do sector», aponta a CETM

A confederação considera que os carregadores «aproveitam a fragilidade de um sector que, apesar de seu enorme valor estratégico como colectivo, possui uma estrutura comercial muito fraca e atomizada». Neste sentido, enfatiza a CETM que as empresas que compõem a grande maioria do sector em Espanha não possuem mais do que três veículos, e que, portanto, não desfrutam das vantagens geradas pela economia de escala,

Tais empresas de transporte rodoviário de mercadorias, frisa a confederação, não possuem as ferramentas regulatórias necessárias para «se defenderem num mercado de transporte que é completamente hostil» ao seu saudável e justo funcionamento. A mensagem de preocupação coloca em foco o comportamento da Comissão Nacional de Mercados e Concorrência (CNMC), que deve ter mão pesada na análise das práticas ilícitas.

Entre os comportamentos desleais estão, elenca a CETM, leilões de preços nivelados por baixo e condições de pagamento que excedem, em muito, os prazos estipulados na ‘Lei da Morosidade’ espanhola, colocando assim, em xeque, a saudável concorrência no sector rodoviário de cargas. De acordo com a CETM, a CNMC já aceitou levar a cabo um estudo «que permita determinar a existência de posições dominantes por banda dos carregadores».

A confederação tem estado particularmente activa no espaço mediático nos últimos dias, tendo vindo também a terreiro criticar a «falta de planeamento para facilitar o livre escoamento de pessoas e mercadorias» aquando da realização da cimeira do G7. Segundo a CETM, o corte de estradas provocou prejuízos às transportadoras madrilenas na ordem dos 1,8 milhões de euros.

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