CETM-Madrid critica prejuízos causados pelos «cortes» rodoviários para a realização da reunião do G7

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Aquilo a que a associação patronal CETM-Madrid chamou de «falta de planeamento para facilitar o livre escoamento de pessoas e mercadorias» redundou num prejuízo global de cerca de 1,8 milhões de euros para as empresas transportadoras da comunidade madrilena: tudo por culpa da reunião do G7, realizada na semana passada na cidade francesa de Biarritz.

No seguimento das duras críticas direccionadas à organização do encontro internacional, a associação madrilena do sector de transporte rodoviário de mercadorias manifestou a sua «saturação» perante a «falta de rigor e de sensibilidade da classe política espanhola para com o sector de transporte de mercadorias e para com o colectivo empresarial em geral».

Citada pela imprensa espanhola, a CETM-Madrid veio a terreiro indicar que os cortes nas estradas que afectaram os camiões, feitos no contexto do encontro do G7, foram levados a cabo de uma forma «generalizada e indiscriminada», afectando de forma directa cerca de mil camiões. Esta acção «indiscriminada» causou danos económicos que ascendem, segundo estima a associação, aos 1,8 milhões de euros.

Para o CETM-Madrid, esses cortes afectaram de maneira directa, não apenas o sector do transporte rodoviário de mercadorias, «mas também a actividade económica em geral e, principalmente, as exportações» espanholas. Para que o mesmo erro não se repita no futuro, a associação exigiu «mais diálogo» e maior «consenso» na implementação de medidas que, atendendo às necessidades logísticas e de segurança destes eventos, não colocam directamente em causa o sector e a própria economia espanhola.

 

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