Cidades do Arco Atlântico reivindicaram, em Bruxelas, cariz prioritário para o Corredor Atlântico

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Durante a realização de uma reunião subjacente ao tema ‘O futuro do Arco Atlântico: uma visão local’, decorrida em Bruxelas, o presidente das Cidades do Arco Atlântico (entidade criada em 2000 e que representa mais de autoridades locais da costa atlântica europeia), José Maria Costa, apelou aos Governos de Portugal, Espanha e França para que o Corredor Atlântico tenha carácter prioritário no futuro programa de investimentos europeus.

«Um dos grandes objectivos do Corredor Atlântico é promover uma boa coordenação dos investimentos de modo a harmonizar as características técnicas das infra-estruturas ao longo dos três países», declarou José Maria Costa, que também desempenha as funções de presidente da Câmara de Viana do Castelo.

Corredor Atlântico fulcral na materialização da ligação entre os portos lusos, espanhóis e franceses

Através de nota enviada à imprensa, José Maria Costa vincou que o corredor dá corpo à conexão «entre os portos marítimos de Sines, Setúbal, Lisboa, Aveiro e Leixões, em Portugal, Algeciras, Bilbao e Pasajes, em Espanha, Baiona, Nantes, La Rochelle e Le Havre, assim como aos portos fluviais de Bordéus, Rouen e Strasburgo, em França».

Sublinhou ainda o presidente das Cidades do Arco Atlântico que a ligação tem o condão de «ligar as capitais dos parceiros, Lisboa, Madrid e Paris, ao leste de França, a Mannheim e subsequentemente às regiões norte e oriental da Europa», sendo ainda parte integrante do «corredor homónimo integrado na Rede Core da Rede Transeuropeia de Transportes (RTE-T)», ligado também «ao corredor Mediterrâneo, em Madrid e em Saragoça, e ao corredor do Mar do Norte-Mediterrâneo, em Paris e Metz».

Extensão até à Alemanha permitirá «articulações directas com o Reno-Alpes e o futuro Reno-Danúbio»

Para José Maria Costa, é fundamental considerar prioritária a extensão (em mais de seis mil quilómetros) do corredor até à Alemanha, uma vez que tal desiderato permitirá «articulações directas com outros dois corredores, o Reno-Alpes e o futuro Reno-Danúbio, aumentando, deste modo, o seu alcance». Esse prolongamento garantirá, enfatizou o representante, «a coesão territorial» e «o desenvolvimento das regiões periféricas e transfronteiriças».

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