Nuno Araújo APDL Dia do Porto de Leixões

Competitividade do Porto de Leixões é «factor essencial» para o «tecido empresarial»

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Na sequência da contratualização da empreitada de Prolongamento do Quebra-Mar Exterior e das Acessibilidades Marítimas do Porto de Leixões (no dia 15), adjudicada ao consórcio que integra as empresas Teixeira Duarte –Engenharia e Construções; Dredging International e Tecnovia –Sociedade de Empreitadas, Nuno Araújo, presidente da APDL, salientou que a obra é «decisiva» para a competitividade e para o futuro da região e do país».

Em declarações publicadas nas redes sociais, o presidente do Conselho de Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo (APDL) abordou ontem (dia 16) a assinatura do contrato de adjudicação das obras do prolongamento do quebra-mar e das acessibilidades marítimas, que, no seu entender, são «intervenções decisivas para o futuro da região e do país». O investimento total ascenderá aos 130,2 milhões de euros.

APA quebra-mar Porto de Leixões«Com este investimento, criamos condições de segurança e operacionalidade no Porto de Leixões, aumentamos a sua competitividade, um factor essencial para o tecido empresarial e para as indústrias, bem como garantimos evidentes ganhos ambientais, confirmados pela Declaração de Impacto Ambiental favorável», analisou Nuno Araújo, que assim reiterou uma visão há muito defendida por toda a comunidade portuária nacional.

A obra, que consta do Plano de Investimentos previsto para o porto, é tida como «imprescindível para que o Porto de Leixões mantenha a competitividade do tecido empresarial e industrial e, consequentemente, a preponderância na economia regional e nacional», frisou a APDL ao anunciar a contratualização da mesma – no comunicado, a administração portuária vinca que o projecto «é primordial para garantir as condições de segurança e navegabilidade no Porto de Leixões, uma vez que a dimensão média dos navios que procuram esta infra-estrutura tem vindo a crescer (um aumento de 77% entre 2006 e 2018) e, sem estas intervenções, não estão garantidas as condições que permitam a entrada destas embarcações».

Com este investimento, o porto nortenho ficará a apto a receber «mais de 70% da frota de navios mundial e continuar a servir o hinterland que abrange14 milhões de habitantes», esclareceu ainda a administração portuária – pode ler toda a reportagem da Revista Cargo aqui.

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