Concurso para a compra de 22 comboios alvo de impugnação, revelou Pedro Nuno Santos

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Durante uma audição conjunta nas comissões parlamentares de Orçamento e Finanças e de Economia, Inovação, Obras Públicas e Habitação, no âmbito da apreciação na especialidade do Orçamento do Estado para 2020 (OE2020), realizada na passada Segunda-feira (dia 13) o Ministro das Infra-estruturas e Habitação revelou que o concurso referente à aquisição de 22 comboios para a CP foi impugnado.

Concurso impugnado: hipótese de haver «atraso relevante» é real

Ministro das Infra-estruturassEm sede parlamentar, o Pedro Nuno Santos afirmou que o concurso para a compra de 22 novos comboios para a CP foi impugnado e está à espera de decisão do tribunal. «Relativamente ao contrato que foi feito para aquisição de novo material circulante, 22 comboios, ele foi alvo de impugnação de um concorrente», revelou o governante. Aguarda-se agora que o tribunal decida se dá seguimento à providência cautelar interposta por um dos concorrentes ao concurso. «Se for dado seguimento à providência cautelar, nós vamos ter um atraso relevante», acrescentou o ministro.

Recorde-se que, em Outubro de 2018, o Governo deu luz verde para que a CP gastasse 168,2 milhões de euros em 22 novos comboios, segundo uma resolução do Conselho de Ministros aprovada em Diário da República. O diploma explicita que a maioria do investimento em questão será garantida por verbas comunitárias, num total de mais de 109 milhões de euros do FEDER e do Fundo de Coesão (período 2021-2027). O restante montante, que ascende aos 58,8 milhões de euros, será pago com recurso a verbas nacionais, nomeadamente do Fundo Ambiental, adianta o documento.

Recorde-se que, em Novembro, o presidente da CP revelou, ao jornal ‘Público’, que a empresa tem intenções de construir comboios em Portugal. O plano passa por recuperar material circulante, investir em engenharia ferroviária, criar um centro tecnológico e juntar universidades e empresas para, mais tarde, construir comboios que tenham 75% de incorporação nacional.

Com Lusa e DN

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