Congresso da APAT reflecte sobre desafios da actividade transitária e lança o mote: «Impossível é nada»

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Virada a curva do mês de Setembro, abre-se a recta final, neste arranque de Outubro, para a realização do 17º Congresso da APAT (Associação dos Transitários de Portugal) – se não marcou ainda na sua agenda, apresse-se a reservar o seu lugar. O evento decorrerá em Portimão, entre os dias 11 e 12 deste mês, e reunirá, mais uma vez, a nata do sector logístico e empresarial de Portugal, contando com um elenco de temas actuais que visam despoletar o debate, a reflexão e a compreensão da actividade transitária num contexto de metamorfoses induzidas pela Inovação e Economia Digital.

À luz do mote ‘Actividade Transitária na Economia Digital’, o congresso enquadrará discussões que têm como objectivo traçar a configuração actual da actividade transitária, definindo o ponto de partida que permita um racional, lúcido e informado olhar em frente, perspectivando quais os rumos a seguir para agarrar o futuro. Percebendo o presente para deslindar quais os caminhos que desembocarão num futuro sólido – tal desígnio implica a identificação das tendências actuais, identificando, consequentemente, as variáveis que mais impactam a actividade e a forma de as absorver.

Ora, como explica a APAT, tal apenas será possível aplicando uma metodologia de busca de conhecimento, auto-avaliação reflexiva e abertura ao mundo, pleno de inovadores desafios que terão de ser conquistados por um sector já de si habituado a moldar-se às dificuldades e vicissitudes das diferentes épocas e contextos político-económicos. Um novo desafio, a uma nova escala e incontornáveis novas respostas, prontas a serem exploradas em conjunto: é esse o propósito do 17º Congresso, que responde à pergunta «Porque devo ir?» por etapas.

Os cinco passos do Congresso APAT

A primeira etapa: o abraçar do saber, a aceitação da jornada, «o saber não ocupa lugar»; tão essencial quanto tal determinação é, naturalmente, o rumo a seguir: isso implica «perceber as novas tendências», identificar o que é «necessário mudar, a que ritmo» e com que visão. Planeada a viagem, torna-se então essencial levar em conta os clientes, as orientações, as metas, a gestão e planeamento, a comunicação, a partilha e a execução. Gizando o trilho de sucesso passa por elaborar «novas estratégias, novos modelos, novas necessidades e novos métodos», frisa a associação.

A etapa final do caminho desemboca no sucesso, na chegada à meta, ao destino planeado: a prova de que não existem impossíveis quando o colectivo se reúne para reflectir sobre o seu presente, o seu futuro, o seu rumo. «Impossível não é uma afirmação, é um desafio», recorda a APAT, incitando à «capacidade de mudar» para provar que «o impossível é nada». Com esta analogia, a associação dá o toque a reunir, apelando à participação dos associados na busca de soluções para os labirintos da digitalização e das estratégias colaborativas.

Entre os destaques dos trabalhos estão sessões de reflexão que abrangem ‘A Actividade Transitária na Economia Digital – Momento Expresso’, ‘Estratégias Colaborativas Terra, Mar e Ar’, ‘Estratégias Colaborativas na Captura de Valor Económico’ e ‘O Valor da Economia Colaborativa – Estamos Sozinhos no Negócio?’. Entre os congressistas estão personalidades de relevo como Fernando Gomes (da Emirates SkyCargo), José Luís Cacho (presidente do CA da APS), Nuno David Silva (general manager na Yilport Leixões) ou José Carlos Simão (Director-geral da DGRM).

Garanta já o seu lugar no 17º Congresso da APAT.

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