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Consórcio MAIS voa cada vez mais alto: «As pessoas começam a acreditar», afirma António Beirão

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O consórcio MAIS – Madeira Air Integrated Solutions fechou negócio com a rede de hiper-mercados Pingo Doce da Grande Lisboa com vista ao abastecimento de 15 toneladas de peixe fresco por semana, noticiou o Diário de Notícias da Madeira na sua mais recente edição impressa. A isto acrescenta-se a progressiva importância que o consórcio vem adquirindo no suprimento de necessidades de primeira ordem na Madeira.

MAIS voa cada vez mais alto

Segundo adiantou a publicação, o consórcio MAIS foi chamado a assegurar o abastecimento de bens perecíveis aos navios de cruzeiro que escalaram o Funchal, uma situação causada pela instabilidade operacional que se vive nos portos do continente (devido ao conflito laboral encabeçado pelo SEAL). Assim, a mais recente aventura do consórcio foi composta por dois voos com lotação total, a fim de assegurar o abastecimento dos navios de cruzeiro atracados no Funchal. Ao jornal, António Beirão, director executivo do consórcio, explicou a operação.

«Estamos numa ponte aérea para abastecer de perecíveis os navios de cruzeiro que estão aqui no Funchal, que por causa da greve não puderam ter os produtos frescos. Tivemos de lançar uma operação extra para abastecer esses navios e assim garantir o alimento aos turistas», relatou António Beirão, lembrando que as paralisações têm causado constrangimentos ao abastecimento de mercadorias que viajam por contentor a partir do continente. O consórcio foi a solução mais precavida: 3 navios receberam os bens a tempo e horas.

«Estamos a ganhar credibilidade na forma como temos operado»

«Só não conseguimos operar um terceiro avião porque não temos tripulações em Lisboa disponíveis para operar um terceiro voo, senão teríamos operado», admitiu o director executivo do MAIS, que encara o impasse portuário como uma oportunidade para enaltecer as virtudes e capacidades operacionais da ligação aérea. «Estamos a ganhar credibilidade na forma como temos operado, com muito cuidado e grande regularidade, e as pessoas começam a acreditar», afirmou António Beirão ao Diário de Notícias da Madeira.

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