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Contentores: 437 489 TEU movimentados e quebra de -12% nos dois primeiros meses de 2020

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Os dados da Autoridade da Mobilidade e dos Transportes (AMT) revelaram hoje uma nova descida homóloga no que toca à movimentação de cargas nos portos do Continente: depois de uma quebra de -9,7% em Janeiro de 2020, Fevereiro trouxe uma descida de -5%, conduzindo, no total dos dois meses, a uma derrapagem homóloga de -7,5%. No segmento dos contentores, a quebra atingiu os -12%, com 437 489 TEU movimentados.

Contentores: Sines com -47,9 mil TEU no período Janeiro-Fevereiro

Esta descida de -12% nos dois primeiros meses de 2020 denota uma mitigação nas perdas face ao mês de Janeiro, período em que as perdas homólogas atingiram, tal como a Revista Cargo oportunamente noticiou, os -16,2% no segmento da carga contentorizada. Em Fevereiro apenas, as perdas limitaram-se a -8,2%: um sinal de que uma possível retoma poderá ser realidade já em Abril.

Assim, reporta a AMT, «o tráfego de contentores traduz uma quebra significativa de -12%, justificada, fundamentalmente, pelo comportamento do Porto de Sines, cujo movimento registou -47,9 mil TEU do que no período homólogo de 2019, que corresponde a uma quebra de -16,4%».

Os portos de Lisboa, Setúbal, Figueira da Foz e Leixões também contribuíram para esta quebra, registando, no seu conjunto, um recuo de quase -12 mil TEU. Em termos globais, detalha a AMT, constata-se que a variação negativa no Porto de Sines «decorre exclusivamente do tráfego de transhipment (a registar uma quebra de -24,6% no volume de TEU), sendo, com efeito, de referir que o tráfego com o hinterland apresenta um acréscimo de cerca de +5,1%, a melhor marca de sempre neste segmento. Leixões verifica a situação oposta, com o transhipment (embora com uma dimensão de apenas 8,4%) a aumentar +25,1%, e o tráfego com o hinterland a recuar -2,1%.

Ainda neste segmento, lembra a AMT que o Porto de Sines mantém a liderança, apresentando, nestes dois primeiros meses do ano, uma quota de 55,8%, seguindo-se os portos de Leixões, com 25,6%, Lisboa, com 13,4%, Setúbal, com 4,6%, e Figueira da Foz, com 0,6%.

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