Terminal XXI Porto de Sines Madrid Maersk

Contentores com quebra de -6,6% (TEU) no período Janeiro-Agosto; Sines com quota de 52,2%

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Os dados compilados pela Autoridade da Mobilidade e dos Transportes (AMT) no que toca ao movimento portuário de mercadorias dão conta que, no período Janeiro-Agosto de 2019, o movimento de contentores nos portos do Continente registou «uma quebra global de -6,6% no volume de TEU», apresentando um movimento total de 1,86 milhões de TEU.

Sines e Setúbal em perda; Lisboa, Leixões e Foz apresentaram crescimentos

Este desempenho negativo face ao período homólogo «é explicado pelo desempenho negativo de Sines e Setúbal (-15,4% -4,3%, respectivamente) e positivo de Leixões, Lisboa e Figueira da Foz (+10,5%, +1,5% e +6,5%, respectivamente)», explica a AMT. O Porto de Sines mantém a liderança (crónica) neste segmento de mercado, com uma quota de 52,2%, inferior em -5,4 pontos percentuais à que registava no período homólogo de 2018, seguido por Leixões, com 25%, Lisboa com 16,8%, Setúbal com 5,2% e Figueira da Foz com 0,8%.

Sines permanece no trono do segmento dos contentores

Importa recordar o peso que o tráfego de transhipment representa no volume de contentores movimentados em Sines, que, não obstante ter vindo a diminuir nos últimos meses, acumulando em Agosto uma redução de -26,2%, ainda representa 68,8% do total no porto. Por outro lado, o volume de TEU com origem e destino no hinterland do porto regista um crescimento de +24,8%.

Recorde-se que, em termos globais e somando todos os segmentos de cargas, os portos do Continente movimentaram um volume global de 58,7 milhões de toneladas, valor inferior em -6,8% ao verificado no período homólogo de 2018. Refira-se ainda que os portos de Leixões e Aveiro apresentaram-se mais uma vez em contra-ciclo, voltando a registar «as melhores marcas de sempre», com movimentos a ascender 13,1 e 3,7 milhões de toneladas, respectivamente, +0,9% e +2,1% face a igual período do ano anterior.

O Porto de Sines permanece na liderança do movimento global portuário, «embora com os recuos verificados nos últimos meses, com uma quota de 48% (-2,8 pontos percentuais face ao acumulado a Agosto de 2018), seguido de Leixões (22,2%), Lisboa (13%), Setúbal (7,6%) e Aveiro (6,4%)», salientou ainda a AMT.

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