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Contentores: portos registam «quebra global de -8% no volume de TEU»; Sines mantém liderança

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Entre os meses de Janeiro e Novembro de 2019, o movimento de contentores registou uma quebra global de -8% no volume de TEU, apresentando um movimento total de 2,53 milhões de TEU, adiantou a Autoridade da Mobilidade e dos Transportes (AMT).

Ora, explica a entidade no seu balanço sobre movimentação de cargas no período Janeiro-Novembro de 2019, esta performance deve-se ao «comportamento negativo de Sines, ao registar -282,7 mil TEU, correspondente a uma redução de -17,6% face a igual período de 2018», detalha.

De salientar que o peso que o tráfego de transhipment representa no volume de contentores movimentados em Sines, «que, apesar de ter vindo a diminuir nos últimos meses, acumulando em Novembro uma redução de -27,6%, ainda representa 68,2% do total no porto. Por outro lado, o volume de TEU com origem e destino no hinterland do porto registou um crescimento de +16,9%», vinca a AMT.

Contentores: Sines mantém liderança com uma quota de 52,2%

Apesar do seu comportamento negativo, o Porto de Sines manteve a liderança neste segmento de mercado, com uma quota de 52,2%, inferior em -6,1 pontos percentuais à que registava no período homólogo de 2018, seguido por Leixões com 25,2%, Lisboa com 16,9%, Setúbal com 5% e Figueira da Foz com 0,8%. Recorde-se que o balanço global da movimentação de cargas nos portos do Continente resultou numa descida homóloga de -5,8%.

Tal como a Revista Cargo noticiou esta manhã, entre os meses de Janeiro e Novembro do ano passado, os portos movimentaram, um total de 80 milhões de toneladas – um registo inferior em cerca de -4,96 milhões de toneladas ao verificado no mesmo período de 2018, a que correspondeu uma quebra de -5,8%. Nesse último mês, denotou-se uma «subida ligeira» de +0,2% face a Novembro de 2018.

No cômputo global, entre os portos que «apresentaram comportamentos positivos» estão Viana do Castelo, Leixões e Setúbal, com valores respectivos de +16,4%, +2,4% e +1,3%, correspondentes no seu conjunto a um total de +550 mil toneladas, não tendo estes conseguido, ainda assim, «anular o desempenho negativo dos restantes portos, que totalizaram uma quebra global superior a -5,5 milhões de toneladas», detalhou a AMT.

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