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Contentores: Sines (com quota nacional recorde de 58,2%) e Leixões forçam remontada

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O relatório da AMT, que analisa os dados da movimentação de mercadorias nos portos do Continente, dá especial enfoque ao segmento da carga contentorizada: entre Janeiro e Setembro foram processados  1,4 milhões de unidades e 2,25 milhões de TEU, valores que indicam «uma recuperação» no movimento global de contentores.

Esta «relativa recuperação», como caracteriza a AMT no documento, «deve-se às variações positivas de Leixões e Sines no que respeita ao número de Contentores, onde Sines regista o valor mais elevado de sempre, e Leixões é o responsável pelo bom desempenho em volume de TEU», detalha a entidade.

Sines (em unidades) e Leixões (em TEU) dão impulso à carga contentorizada

Assim, o segmento vem gradualmente fugindo da «evolução negativa» registada no arranque do ano, com Sines e Leixões a encabeçarem essa remontada, com variações de 1,1% (em unidades) e de -1,8% (em TEU) comparadas aos valores homólogos de 2017. A evolução do número de unidades deve-se «às variações positivas de Leixões e de Sines, com Sines a registar o valor mais elevado de sempre, ao ultrapassar em +1,5% o anterior máximo observado em 2017», diz a AMT. Já a evolução medida em volume de TEU «assenta no desempenho de Leixões, que regista crescimento homólogo de +1,8%», com Sines a apresentar ainda uma ténue variação negativa de 0,1%.

A AMT realça também as variações negativas apresentadas pelos portos «de Setúbal e Figueira da Foz, com -5,5 mil TEU (-4,7%) e -2,5 mil TEU (-13,8%), respectivamente», dando especial enfoque ao Porto de Lisboa, que perdeu 40,7 mil TEU (-10,9%) – um comportamento que «reflecte naturalmente as perturbações laborais verificadas principalmente no porto de Lisboa, que induz transferência de serviços para o porto de Leixões», elabora a AMT.

Sines vinca liderança e faz disparar quota nacional para os 58,2%, «a mais elevada de sempre»

O porto de Sines mantém a liderança do segmento da carga contentorizada, detendo actualmente uma quota de 58,2%, «reforçando a sua posição neste segmento e assumindo-se como a mais elevada de sempre, superior em +1 pontos percentuais à máxima homóloga, registada em 2017», refere o documento ao qual a Revista Cargo acedeu. Na posição seguinte encontra-se Leixões, com 21,4%, que reflecte um aumento homólogo de +0,8 pontos percentuais.

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