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Corredor Internacional Sul valorizará «um dos maiores activos» do país: o Porto de Sines

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O Primeiro-Ministro visitou, no decorrer da semana passada, as obras de construção do Corredor Internacional Sul, em particular, do troço do Alandroal. À margem da visita, António Costa disse, aos microfones da RTP, que o corredor é uma «obra estratégica para valorizar um dos maiores activos que o País tem, que é o Porto de Sines». O líder do Executivo frisou ainda que o ‘Ferrovia 2020‘ está «em velocidade de cruzeiro».

Corredor Internacional Sul é «estratégico» na capitalização de Sines

O Corredor Internacional Sul faz a ligação entre a parte Sul da Área Metropolitana de Lisboa e o Alentejo Litoral à fronteira do Caia, sendo vital para a fluidez logística e o alargamento do hinterland do Porto de Sines. «Com esta obra vamos encurtar em 150 quilómetros e em três horas e meia a distância entre o Porto de Sines a e fronteira, o que significa que o porto não vai servir só o território nacional, vai poder servir toda a península ibérica e isso é fundamental para reforçar a capacidade de fixação de empresas e de criação de emprego em toda esta região do Alentejo», vincou.

Banco Mundial posiciona Sines como um dos portos com melhor performanceO Primeiro-Ministro frisou que «o investimento superior a 2000 milhões de euros previstos no Ferrovia 2020, surgiu numa altura em que o País se tinha desabituado a fazer grandes investimentos na ferrovia». O programa ‘Ferrovia 2020’ está, actualmente, a ser executado em «velocidade de cruzeiro», salientou António Costa. «Hoje estamos em velocidade de cruzeiro e, ano após ano, a taxa de execução tem vindo a acelerar, e vai-nos permitir chegar ao final de 2023 com o Ferrovia 2020 concluído», sublinhou o chefe do Executivo.

António Costa lembrou ainda que «o Porto de Setúbal e o Porto de Lisboa, ficarão ligados à fronteira, e para além do transporte de mercadorias teremos uma melhoria muito significativa do transporte de passageiros». A linha «é um desafio muito grande para os autarcas que gerem este território», o desafio «de criarem as oportunidades para o crescimento da actividade industrial e produtiva, porque esta linha serve quem carrega ou descarrega mercadoria no Porto de Sines, mas também em qualquer ponto intermédio da linha, dirija-se a mercadoria a Sines ou ao resto da Europa».

Fonte: RTP

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