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CTT «repudiam veementemente» declarações da comissão de trabalhadores

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Os CTT – Correios de Portugal vieram a terreiro repudiar «veementemente» as declarações da comissão de trabalhadores dos CTT, prestadas na passada Sexta-feira (dia 17) na Comissão Parlamentar de Economia e Obras Públicas por serem «genericamente infundadas e frequentemente falsas».

Plano de contingência foi «chave» para manutenção da operação postal

Em comunicado, os CTT recordam que «desde o início da pandemia mantiveram o serviço de distribuição de correio e proximidade à população. Para tal foi decisivo o esforço heróico e o sentido de compromisso demonstrado pelos trabalhadores desde a primeira hora», tendo sido implementado «um conjunto de medidas de contingência com o objectivo de assegurar, em primeiro lugar, a protecção dos trabalhadores, garantir o funcionamento continuado e interrupto dos serviços postais», contribuído assim «para a manutenção das cadeias logísticas e o funcionamento da economia».

Além disso, detalha a empresa no comunicado – ao qual a Revista Cargo acedeu – foi criado «um modelo de funcionamento baseado na constituição de equipas de reserva nos centros de distribuição e de tratamento, que se revelou absolutamente decisivo para assegurar a continuidade do serviço, mesmo nos casos extremos em que se verificaram focos de infecção por Covid-19 que obrigaram a colocar em quarentena – por indicação da DGS – inúmeras equipas nos centros de distribuição e tratamento e das lojas ao longo do país».

Admitindo que o plano «sacrificou velocidade de distribuição em alguns dias e nalguns produtos», os CTT enfatizam ser «inequívoco» que foi « chave para manter a continuidade da operação postal, ao mesmo tempo que se reforçou o apoio ao funcionamento da economia e de disponibilidade à população», destacando o «conjunto de iniciativas emblemáticas como a distribuição domiciliária de medicamentos em parceria com a ANF, o reforço da entrega de vales de pensão ao domicílio ou as múltiplas iniciativas de promoção da presença digital de PMEs».

CTT rejeitam liminarmente acusação de «aproveitamento da pandemia»

«Por tudo isto, importa rejeitar veementemente a acusação de ‘aproveitamento da pandemia’ para a não renovação de contratos de prestação de serviços e rescisão de contratos. A verdade dos factos é que os CTT nunca deixaram de gerir a adequação da dimensão das equipas à procura existente. Tanto assim é que, mesmo antes do Governo ter decretado o início do desconfinamento, os CTT decidiram reforçar as equipas em mais de 800 pessoas nas áreas operacionais», vincou a empresa, deixando uma mensagem de repúdio para com a posição da comissão de trabalhadores.

«Os CTT lamentam e repudiam a posição da Comissão de Trabalhadores que, com afirmações infundadas e na sua maioria manifestamente falsas, penalizam a imagem da empresa a que pertencem, comprometem a sua sustentabilidade e não fazem justiça, nem ao enorme sentimento de pertença e orgulho que é timbro dos trabalhadores dos CTT, nem ao mérito que lhes cabe na forma como, colectivamente, a empresa reagiu à situação que atravessamos», pode ler-se no comunicado.

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