Depois de Sines, APAT senta-se à mesa em Leixões para «discutir formas de colaboração»

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Depois do Porto de Sines, o Porto de Leixões – a Associação dos Transitários de Portugal (APAT) reuniu-se com a APDL para, no passado dia 17 de Janeiro, abordar e discutir «formas de colaboração, parcerias e alternativas disponíveis para a actividade dos transitários portugueses», revelou, através das redes sociais, a associação.

A APAT, representada pelo presidente executivo José Nabo Martins, pelo vice-presidente Luís Paupério e pelo vice-presidente com o pelouro do transporte marítimo, Daniel Pereira, foi recebida em Leixões por Guilhermina Rego, presidente do Conselho de Administração, e por Helena Fernandes, directora de Comunicação e Marketing.

Este é o segundo périplo da APAT a um porto desde o arranque do ano – recorde-se que a associação se deslocou ao Porto de Sines com o mesmo objectivo de «construir futuro», como referiu, à nossa revista, António Nabo Martins. Em declarações exclusivas à Revista Cargo, o presidente executivo da APAT revelou que «a ideia principal é perceber como podemos penetrar na cadeia ajudando à sua sustentabilidade e fazendo parte da mesma cooperando e auxiliando no seu crescimento em prol de uma economia nacional que precisa de ser forte».

Para António Nabo Martins, a missão é a de «construir futuro para os associados da APAT permitindo perceber onde podemos colaborar, proporcionando estratégias colaborativas entre todos os players da cadeia – operadores portuários, transitários, alfândega, transportadores e clientes», explicou, à data, o presidente executivo da entidade.

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