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Eixo Atlântico pede ponto de situação à IP sobre a electrificação da Linha do Minho

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Na sequência da manchete do JN sobre os atrasos na execução do Programa ‘Ferrovia 2020’, o Eixo Atlântico vai solicitar, esta semana, ao presidente da Infra-estruturas de Portugal (IP), «informação oficial» sobre a electrificação da Linha do Minho no troço entre Viana do Castelo e Valença, informou ontem (dia 19 de Novembro) a associação transfronteiriça. A informação foi adiantada pela agência Lusa.

Em comunicado, a organização, que agrega 28 municípios portugueses e galegos, justificou o pedido com as «informações que surgiram nos meios de comunicação portugueses relativas à suspensão ou atraso na execução da linha ferroviária do Minho e do último troço», entre Viana do Castelo e Valença. «A informação tornada pública pela Infra-estruturas de Portugal nega todos os aspectos dessas notícias e confirma que todas as obras continuam em tramitação ou execução», referiu o Eixo Atlântico.

À Lusa, o secretário-geral da associação, Xoan Mão, afirmou ser imperativo «um ponto de situação para clarificar» a execução da obra, vinca do que «o segundo semestre de 2020 foi o último prazo que lhe foi comunicado, oficialmente, pelo presidente da IP, António Laranjo», para a conclusão da obra. Em Julho, recorde-se, o Primeiro-Ministro António Costa havia afirmado que a empreitada de electrificação do troço entre Viana do Castelo e Valença, estaria concluída no segundo semestre de 2020. Ontem, confrontando com a matéria do JN, Pedro Nuno Santos admitiu atrasos em projectos de modernização ferroviária, mas afastou a hipótese de qualquer cancelamento na execução do plano ferroviário 2020.

«Não há nenhuma obra cancelada, nenhuma obra suspensa, o que temos […] são atrasos nas obras, isso é verdade, mas cancelamento e suspensão não existe um único”, afirmou o Ministro das Infra-estruturas e Habitação, à margem da assinatura do Acordo de Empresa da Empresa de Manutenção de Equipamento Ferroviário (EMEF), realizada ontem, em Lisboa. «O que houve foi um projecto [de electrificação] com pouca qualidade e foi necessário relançar o projecto de contratação do projectista», explicou o ministro.

Com Lusa

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