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Eixo logístico vital: em 2019, passaram 1,5 milhões de toneladas de alimentos pelo Porto de Leixões

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A informação foi adiantada pelo Porto de Leixões nas redes sociais: durante o ano de 2019 passaram pela infra-estrutura nortenha 1,5 milhões de toneladas de produtos alimentares, um dado que reflecte a importância logística de Leixões no que toca ao abastecimento e distribuição do sector alimentar, totalmente vital em tempos de crise global, como aqueles que o mundo actualmente ultrapassa com o vírus COVID-19.

Porto de Leixões vital na fluência da cadeia logística alimentar

Assim, passaram pelo Porto de Leixões 1,5 milhões de toneladas de produtos alimentares (nada mais nada menos que 4 mil toneladas a cada dia do ano), «tais como carne, peixe, cereais, produtos hortícolas frescos, frutas, etc», pode ler-se na missiva divulgadas nas redes sociais.

O registo mostra a importância do porto nortenho no combate à pandemia, uma vez que a manutenção da fluência das cadeias logísticas mais essenciais é crucial para que a economia continue à tona e para que os serviços (tais como os indispensáveis em tempo de crise) prossigam.

Um dos grandes expoentes operacionais do Porto de Leixões é o Terminal de Contentores de Leixões (TCL), que é, simultaneamente, um dos grandes trunfos do sistema portuário português – a infra-estrutura segue, em tempos de pandemia, operando «próximo do máximo da sua capacidade», reportou a concessionária Yilport Leixões recentemente. Na semana de 23 e 29 de Março, foram movimentados 17 384 TEU no terminal.

No passado dia 27 de Março, no contexto pandémico, recorde-se que a Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo (APDL) anunciou o reforço as medidas de contingência na infra-estrutura portuária de Leixões, adaptando as operações portuárias «para que a movimentação de carga continue a funcionar em pleno, garantindo a protecção de todos os trabalhadores».

Em comunicado, a APDL adiantou que « redimensionou as equipas procurando interromper possíveis cadeias de transmissão e garantir a capacidade de substituições, caso se venha a verificar uma ocorrência de COVID-19», uma táctica que, explica, «revela-se imprescindível em serviços cuja especialização tornam a sua substituição impossível, nomeadamente nos principais serviços: portaria única, reboques e tripulações, e pilotagem».

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