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Operadores do Porto de Lisboa dispostos a integrar dezenas de trabalhadores da A-ETPL

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A Associação de Operadores do Porto de Lisboa (AOPL) confirmou esta Terça-feira que as empresas de estiva que operam no Porto de Lisboa procederam, nas últimas semanas, «ao convite a trabalhadores da empresa de trabalho portuário de Lisboa que se encontra insolvente, (A-ETPL) para integrarem os quadros de pessoal efectivo das suas empresas». Recorde-se que a insolvência da A-ETPL foi decretada no dia 6 de Março.

Porto de LisboaOs associados da AOPL – Grupo ETE, Grupo Yilport e Grupo TMB – optaram por esta via, tendo o Grupo ETE convidado «14 trabalhadores para integrarem o quadro de pessoal privativo das suas empresas» e mostrando disponibilidade «para contratar mais 27 trabalhadores aquando da entrada em funcionamento da sua Empresa de Trabalho Portuário (a ETP Prime)».

Um total de 41 trabalhadores que, informa a AOPL, poderão manter «as suas actuais condições remuneratórias, antiguidade e categoria profissional», pode ler-se no comunicado da associação, ao qual acedemos.

Já o Grupo TMB «convidou 4 trabalhadores para integrarem o quadro de pessoal privativo da sua empresa e 5 para integrarem outra empresa de trabalho portuário do Porto de Lisboa (a Porlis), num total de 9 trabalhadores, mantendo as suas actuais condições remuneratórias, antiguidade e categoria profissional». No que toca ao Grupo Yilport, procedeu-se ao convite de «30 trabalhadores para integrarem o quadro efectivo de outra empresa de trabalho portuário do Porto de Lisboa (a Porlis), mantendo as actuais condições remuneratórias, antiguidade e categoria».

Nega dos trabalhadores da A-ETPL levará operadores «a recorrer ao mercado»

Assim, resume a missiva hoje noticiada, «a AOPL através das suas Associadas pretende contratar, desde já, 80 trabalhadores portuários, pretendendo assegurar todas as remunerações em atraso. Caso os trabalhadores da empresa de trabalho portuário de Lisboa que se encontra insolvente (a A-ETPL) se continuarem a mostrar indisponíveis, as associadas da AOPL ver-se-ão obrigadas a recorrer ao mercado».

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