Marina Uceda sobre a Empack, Transport and Logistics: «A evolução foi muito boa!»

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marina ucedaNo âmbito da sua participação na Empack, Transport and Logistics 2017, realizada nos passados dias 20 e 21 de Setembro, a Revista Cargo teve oportunidade de entrevistar Marina Uceda, directora da feira que nos traçou o percurso evolutivo da mesma e nos falou ainda sobre as novidades e expectativas para 2018.

Revista Cargo: Que balanço faz desta nova edição da Empack, Transport and Logistics?

Marina Uceda: Conseguimos incrementar o número de visitantes novamente, superando já os 4.000. Superámos o número de empresas expositoras, com 140 marcas representadas e, mais importante, conseguimos que as empresas alcancem os objectivos com que vinham à nossa feira. Prova disso é que mais de 60% das empresas já reservaram a sua participação para 2018.

Face a 2016, como foi a evolução da edição deste ano?

A evolução foi muito boa, já que como disse anteriormente, a presença de visitantes, expositores e oradores foi, nesta edição, superior à de 2016. Além do mais, ao longo deste ano estabelecemos novos vínculos com associações de referência no país, introduzimos importantes novidades tecnológicas como o Smart Bage, desenvolvemos o Showroom com uma superfície de 210 m2, muito maior que o de edições anteriores e além do mais este ano tivemos a oportunidade de contar com um novo espaço de realidade virtual aplicada ao âmbito de logística.

Sente que estes são sectores dinâmicos em Portugal?

Definitivamente sim, e não apenas em Portugal. Estamos a falar de sectores como a logística e o packaging que se encontram continuamente em movimento e nos quais a inovação constante ano após ano. Desde novos materiais a nova maquinaria, os avanços nestes campos são notórios, impulsionados em grande medida pelo boom do comércio electrónico, o qual supõe um objectivo desde o ponto de vista da logística e do packaging.

Também têm uma procura elevada de expositores e profissionais espanhóis. Sente que os dois mercados trabalham cada vez mais em conjunto?

Sim, e não poderia ser de outra maneira. A proximidade geográfica destes dois países torna inevitável que se estabeleçam sinergias entre os dois mercados e sejam tratados em muitos casos como um mercado comum.

Qual o objectivo para a edição de 2018 em termos de crescimento?

O nosso objectivo é, logicamente, crescer, tanto em número de empresas participantes, como em superfície e número de visitantes, mas o maior dos nossos objectivos, o que realmente move o nosso trabalho diário, é continuar a impulsionar a Empack & Logistics como ponto de encontro de referência para os profissionais do sector e, para isso, devemos saber identificar as tendências e novidades que façam da feira um espaço que se aproxime do futuro da sua indústria.

Que novidades teremos na próxima edição?

A mais importante é o lançamento da Label & Print, a feira voltará a crescer com o sector da impressão e etiquetagem, aumentando assim o espectro de empresas a participar no certame e, certamente, a aumentar a afluência à Exponor no mês de setembro. A “Label&Print” realiza-se já em cidades como Londres e Madrid, sendo apenas natural que chegasse a Portugal. Os nossos visitantes já tinham dado mostras de ser necessário existir uma porta maior para o sector da etiquetagem e impressão, uma vez que alguns dos nossos expositores são, de facto, dessa área.

Além do mais, já começámos a trabalhar para levar uma nova edição carregada de novidades e surpresas que pouco a pouco iremos desvendando ao longo do ano.

A feira realiza-se, desde a sua primeira edição, na cidade do Porto. Que motivos estiveram por detrás dessa escolha? Lisboa pode ser uma opção no futuro?

A eleição do Porto foi fruto da sua localização e do seu carácter industrial que nos permitia estar perto de muitas empresas dos sectores a que nos dirigíamos. Estamos muito contentes com a evolução do evento, que em apenas 3 anos conseguiu um crescimento de 68% no número de expositores e, portanto, não temos previsto uma mudança de localização a curto prazo.

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