ESPO mostra-se satisfeita com acordo global para a redução das emissões de CO2

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Através de um comunicado, ao qual a Revista Cargo teve acesso, a Organização Europeia dos Portos Marítimos Europeus (sigla inglesa ESPO) expressou a sua satisfação pelo «acordo alcançado a nível mundial» que fará da queda das emissões de CO2 provenientes do transporte marítimo um desígnio global. A organização relevou a meta da redução «em pelo menos 50% até 2050, em comparação com os níveis de 2008».



Acordo «é verdadeiro marco» no combate às emissões de CO2, diz a ESPO

«Para os portos europeus, o acordo alcançado na semana passada é um verdadeiro marco e envia um forte sinal de que a Organização Marítima Internacional (IMO) pode agir em conformidade», comentou a ESPO, que não esqueceu o papel de charneira da IMO: «A ESPO acredita que a IMO é a que melhor posição detém para fazer progressos», sublinhando ainda «o papel instrumental da UE e dos seus diferentes intervenientes na consecução deste acordo global».

Na leitura da ESPO, este foi «um sinal claro» dado pela IMO – «o shipping tem agora uma concreta meta de redução e o sector tomará medidas para se descarbonizar de acordo com os objectivos fixados no Acordo de Paris». Este progresso deve, alertou a Secretária Geral da ESPO, Isabelle Ryckbost, «ser usado para continuar que se siga o trilho do desenvolvimento de medidas concretas para implementar o acordo». «Esperamos que, neste cômputo, a UE possa novamente desempenhar um papel importante», afirmou ainda.

«Medidas significativas» devem ser introduzidas até 2023, urge a ESPO

«A ESPO acredita que medidas significativas devem ser desenvolvidas e introduzidas o mais rapidamente possível, até 2023, a fim de implementar as metas acordadas», pode ler-se no comunicado. Em jeito de conselho, lembrou a organização que a descarbonização «deverá ser um dos principais pilares da nova proposta relativa ao Mecanismo Interligar a Europa», à luz do novo quadro legislativo para o financiamento da rede RTE-T (elaborado pela Comissão Europeia) para o período 2021-2027.

Este mecanismo «fornecerá financiamento e apoio para os correspondentes investimentos em infra-estruturas de transporte», explica a ESPO. «Quanto mais cedo tivermos medidas que o sector de transporte marítimo identifique e implemente em conjunto, melhor poderão os portos planear investimentos adequados e beneficiar das ferramentas oferecidas pelo novo ‘Mecanismo Interligar a Europa’».



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