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Estudo de Impacte Ambiental dá luz verde ao novo terminal de contentores em Leixões

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O estudo de impacte ambiental referente ao novo terminal de contentores do Porto de Leixões mostrou-se favorável à prossecução do projecto. O relatório refere que a «maioria dos impactes negativos» são «pouco significativos» e estão ligados «à fase de construção». Já na fase de exploração, analisa, «os aspectos negativos são de natureza paisagística». A notícia foi recebida com agrado pelo presidente da APDL, Nuno Araújo.

Vertente paisagística é impacte negativo mais expressivo, mas pode ser mitigado

Concentrando os impactes negativos na vertente paisagística, o estudo propõe medidas para atenuar os impactes visuais» provocados pelo novo projecto no porto nortenho, «conjugando estratégias de selecção de equipamentos com o desenvolvimento do projecto de integração paisagística do novo terminal, incluindo a criação, entre outras, de faixas de espaços verdes no limite das áreas funcionais do terminal e da via de cintura portuária, bom como a proposta de soluções para compatibilizar a nova barreira de contentores com as áreas envolventes».

Estudo de Impacte Ambiental é taxativo: projecto é «imprescindível»

O estudo coloca então na balanço os prós e os contras do novo terminal no Porto de Leixões, concluindo que os benefícios são destacadamente maiores que os aspectos negativos, que se resumem à vertente paisagística: a nova infra-estrutura «será capaz de gerar impactes sociais e económicos muito significativos, em termos macro-económicos, na criação de emprego, na dinamização do sector e relacionados». A intervenção, salienta o documento, «permitirá efectuar uma adaptação à evolução do perfil das frotas mundiais de navios de carga, constituindo um investimento imprescindível». Assim, o balanço «é favorável à prossecução do projecto», já que os prós «contrabalançam» os contras «mais expressivos».

Recorde-se que, tal como a Revista Cargo havia adiantado no arranque do mês, o ‘Resumo Não Técnico’ do Estudo de Impacto Ambiental (EIA) da Agência Portuguesa do Ambiente havia já demonstrado que os impactes negativos do projecto não seriam avultados, mencionando a predominância de «impactes negativos pouco significativos». O documento encontra-se em discussão pública, até 10 de Setembro.

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