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EUA prepara acção regulatória para multar operadoras marítimas e vigiar ‘players’ ferroviários

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O Executivo liderado por Joe Biden e os congressistas democratas preparam-se para implementar uma acção regulatória e legislativa para lidar com o problema da disrupção logística provocada pela escalada imparável dos fretes e pelos congestionamentos, cada vez mais usuais: um fenómeno global que se vem agravando intensamente nos EUA e que tem sido alvo de muitas queixas por parte de vários elos das cadeias logísticas.

Na semana passada, a Casa Branca emitiu uma ordem executiva que visava directamente o que considera ser uma competição limitada nos sectores marítimo e ferroviário. A ordem executiva pede que o Departamento de Justiça americano ajude a investigar – e potencialmente multar – as transportadoras marítimas que cobram taxas não razoáveis. A ordem também insta o Conselho de Transporte de Superfície a examinar mais de perto as fusões ferroviárias e a repescar as normas destinadas a estimular a concorrência entre os players ferroviários.

EUA quer defender volumes de exportação

Ao mesmo tempo, relata uma reportagem da publicação americana ‘Freight Waves‘, legisladores na Câmara dos Representantes dos EUA encontram-se agora a elaborar um projecto de lei bipartidário que exigirá que as transportadoras marítimas aceitassem todas as reservas de contentores de exportação dos EUA, numa tentativa de resolver o problema criado pelas operadoras marítimas que se retornar a transportar contentores vazios para a Ásia (para um refilling) para os voltarem a encher no mercado mais lucrativo de importação dos EUA.

«O controlo sobre as nossas cadeias de abastecimento caiu nas mãos de cada vez menos países», denotou o senador Roger Wicker, que marcou presença na mais recente audiência do Comité do Comércio do Senado americano. Tal controlo, sublinhou, está cada vez mais concentrada na mão da China. «Essa concentração geográfica das cadeias de abastecimento deixou muitas empresas dos EUA vulneráveis ​​a disrupções – algo a que estamos a assistir intensamente», acrescentou Roger Wicker, citado pela reportagem do ‘Freight Waves’.

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