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Executivo angolano planeia privatização parcial dos caminhos-de-ferro

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Está em marcha o processo de privatização parcial dos caminhos-de-ferro de Angola: o Executivo angolano está já a desenvolver o processo, que visa a privatização das três principais linhas de caminhos-de-ferro. A decisão chega na sequência da precária condição financeira que o país actualmente atravessa.

De acordo com matéria publicada na publicação China-Lusophone Brief (CLBrief), as três linhas são  a de Luanda, (que conecta a capital a Malanje), a de Benguela (desde o porto do Lobito a Luau, na fronteira com a República Democrática do Congo) e a de Moçâmedes (que liga a cidade a Menongue).

Executivo angolano sonda empresas alemãs e sul-africanas

Adiantou ainda a publicação – destinada a veicular notícias sobre a China e os países de língua portuguesa – que o processo apenas terá sucesso caso o Governo angolano esteja na disposição de investir para as condições técnicas das linhas de caminhos-de-ferro. A intenção do Executivo é a parcial privatização e não a gestão em regime de concessão. Ao que apurou a CLBrief, João Lourenço, presidente angolano, já iniciou conversações com empresas alemãs, na tentativa de aliciá-las a apostar no processo.

O governo de Angola encontra-se ainda a equacionar o interesse dos operadores ferroviários da África do Sul. Segundo a publicação, o Executivo entende que as empresas sul-africanas ligadas ao sector detêm as qualificações técnicas e financeiras necessárias para tomar conta das três grandes linhas de caminhos-de-ferro do país.

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