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Exportação pela ferrovia é «bandeira pela qual temos de lutar», diz presidente da AIDA CCI

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O jantar-palestra ‘Pensar a Ferrovia’, realizado no passado dia 28 de Outubro Rotary Club de Aveiro, centrou-se no tema da importância do transporte ferroviário para as empresas – um dos oradores do evento foi Fernando Paiva de Castro, presidente da AIDA – Câmara de Comércio e Indústria do Distrito de Aveiro (AIDA CCI). Na sua intervenção, Fernando Paiva de Castro defendeu o vital papel da ferrovia na exportação.

De acordo com a reportagem do ‘Diário de Aveiro‘, o presidente da AIDA CCI frisou que os custos de transporte são «uma fatia importante» no peso total que as empresas têm de suportar, às quais «é pedido para criarem emprego, exportarem, investirem e pagarem impostos». Ora, para que tal seja possível, explicou Fernando Paiva de Castro, «empresas têm de produzir e serem competitivas».

Ligação eficaz entre portos do Centro e Norte à rede europeia é essencial

Assim, Fernando Paiva de Castro defende que, no contexto da exportação, o rumo a adoptar deve dar preferência à ferrovia: este é um desígnio pelo qual vale a pena lutar, salientou. Uma «bandeira pela qual temos de lutar, lembrando que «mais de dois terços das exportações para a Europa têm origem no Centro e Norte de Portugal» e que, partindo desse pressuposto, torna-se essencial materializar uma ligação eficaz entre os portos do Centro e Norte com a rede ferroviária europeia, num percurso entre Aveiro e Salamanca.

A medida, aprofundou, conduziria à edificação de uma nova linha férrea, «com possibilidade para migrar para uma bitola europeia», e com o recurso a fundos comunitários. Ainda durante a sua intervenção, Fernando Paiva de Castro abordou o Programa Nacional de Investimentos 2030 – o presidente da AIDA CCI avisou que este «deveria ter como prioridade a ligação ferroviária entre os portos do Norte e Centro de Portugal com a fronteira», uma prioridade que fica em xeque caso o Corredor Internacional Norte se cingir a «uma nova ligação ferroviária electrificada, apenas entre Aveiro e Mangualde», como cita o ‘Diário de Aveiro’ na sua edição impressa.

Com ‘Diário de Aveiro’

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