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Fluxos de carga entre Janeiro e Março: embarques e desembarques apresentaram subidas homólogas

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Os dados da AMT referentes ao período Janeiro-Março de 2019 indicam que, no cômputo dos fluxos de carga verificados nos portos do Continente, «a variação global observada foi positiva quer para os embarques, como para os desembarques, reflectindo acréscimos respectivos de +2,6% e de +3,8%, correspondentes a +226 e a +499 mil toneladas», pode ler-se no relatório disponibilizado pela AMT.

Embarques contaram com o forte contributo de Sines e Leixões

O «comportamento positivo do fluxo de operações de embarque» contou com o contributo significativo da carga contentorizada nos portos de Sines e Leixões, «registando acréscimos de +14,7% (em Sines) e +25,8% (em Leixões), correspondentes a 346 mil toneladas e a 185 mil toneladas, representando 63,2% do total de acréscimos registados». Também a Carga Fraccionada em Aveiro e Leixões, os Minérios em Setúbal, os Outros Granéis Líquidos em Lisboa e a carga Ro-Ro em Leixões e Setúbal «contribuíram positivamente para o desempenho das operações de embarque».

As variações negativas foram protagonizadas essencialmente pelo mercado de Produtos Petrolíferos em Sines com -284 mil toneladas, representando 42,9% do total das quebras (-18,2% face ao período homólogo).

Operações de desembarque: novamente Sines e Leixões em destaque

No que diz respeito às operações de desembarque, onde estão incluídas as importações, «importa salientar o importante papel dos Produtos Petrolíferos, da Carga Contentorizada e dos Outros Graneis Líquidos em Sines que contribuíram positivamente para o desempenho destas operações, crescendo, respectivamente, +49,1%, +9,8% e +427,2%», explica a AMT.

«Os três mercados relevantes que surgem nas posições seguintes são todos de Leixões e respeitam a Produtos Petrolíferos (+43,3%), Carga Contentorizada (+9,1%) e Ro-Ro (+31,2%), representando no seu conjunto 14,5% do total dos acréscimos registados», adiantou a AMT. Das variações negativas mais expressivas salienta-se o mercado de Petróleo Bruto em Sines e Leixões, que diminui, respectivamente, -16,8% e -20%, seguido dos Produtos Agrícolas em Lisboa (-10,7%), do Carvão em Sines (-5,3%) e da Carga Contentorizada em Lisboa (-14,8%).

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