Grupo Sousa comanda fornecimento inédito de GNL a navio no Porto do Funchal

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No passado dia 20 de Novembro, o Porto do Funchal foi palco da primeira operação de fornecimento de gás natural a um navio em Portugal – a responsabilidade da acção ficou a cargo do Grupo Sousa (através da Gáslink), numa parceria com a GALP que resultou em pleno sucesso.



O processo de fornecimento de GNL ao navio de cruzeiros AidaPrima contou com a presença do Vice-presidente do Governo Regional, Pedro Calado, da presidente da APRAM, Lígia Correia, e do presidente e CEO do Grupo Sousa, Luís Miguel Sousa.

«Marco histórico», afirmou Vice-presidente do Governo Regional

O momento, que contou ainda com as presenças de Paulo Silva Ribeiro (Capitão do Porto do Funchal) e de Patrícia Caires (Directora Regional Adjunta da Economia), constituiu, segundo palavras Pedro Calado, «um marco histórico para Portugal» que «beneficiará a Madeira».

A primeira molécula de GNL, atesta o Grupo Sousa, foi transferida às 13:02 horas, tendo a operação inicial demorado cerca de duas horas; a operação foi «um pleno sucesso», com o Grupo Sousa a garantir «a logística e condução da operação com o navio» e a GALP o GNL.

Uma «estreia mundial», caracterizou o Grupo Sousa

Como explica a ‘newsletter’ do Grupo Sousa, «foram testados os equipamentos, sistemas e dispositivos de segurança, bem como os procedimentos aplicáveis, em linha com as boas práticas adoptadas nos portos do Norte da Europa»; esclareceu ainda o grupo que «as operações a realizar no Funchal aderem já às orientações da EMSA (Agência Europeia de Segurança Marítima)».

O acto trata-se de uma «estreia mundial neste tipo de operações realizada numa ilha, também por basear-se num gasoduto virtual permanente de GNL, implementado desde 2014 entre o Terminal de GNL de Sines e a Madeira», proporcionado pelo investimento privado do grupo.

A operação contou ainda com os contributos da Autoridade Portuária, da Autoridade Marítima, da Alfândega e da Empresa de Electricidade da Madeira, que, releva o Grupo Sousa, «permitiu – pela primeira vez em Portugal – utilizar as estações de descarga de uma Unidade Autónoma de Gás Natural (UAG-Socorros) para a transferência de GNL entre os contentores afectos ao gasoduto virtual de GNL e o contentor que fornece GNL ao navio, do operador Schenk».



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