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Governo Regional dos Açores pede novos serviços mínimos devido ao pré-aviso do SEAL

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O Governo Regional dos Açores teme que a greve do SEAL no Porto de Lisboa tenha efeitos nefastos no abastecimento da ilha – através de uma nota do Executivo regional, Ana Cunha, Secretária Regional dos Transportes e Obras Públicas, adiantou que, à luz do pré-aviso para um novo período de greve, que irá de 9 a 30 de Março, «a Região já interveio novamente junto do Governo da República, no âmbito deste novo pré-aviso».

Nova greve do SEAL preocupa Governo Regional dos Açores

Depois de decretado um primeiro quadro de serviços mínimos, referente ao primeiro pré-aviso lançado pelo SEAL (para uma paralisação iniciada a 19 de Fevereiro), o Governo Regional açoriano vê-se agora a braços com nova greve, que, é estimado pelo Executivo, deverá replicar efeitos negativos a uma escala ainda maior. «Viemos de um período de greve que teve início a 19 de Fevereiro e termina a 9 de Março, em que foram fixados determinados serviços mínimos, tendo em conta as nossas preocupações e as especificidades da Região», mas nesta nova greve «estamos preocupados, porque entendemos que os efeitos poderão ser mais gravosos», declarou Ana Cunha.

Para o Executivo, a nova paralisação em Lisboa poderá mesmo ser mais gravosa para o abastecimento insular, uma vez que, surge «na continuidade de um período grande de três semanas, em que tivemos só com serviços mínimos», justificou ainda a Secretária Regional. «Daquilo que também nos é dado a entender, do pré-aviso de greve, são afectados mais terminais do que no primeiro período, nomeadamente em Lisboa, e com reflexos também em Setúbal», acrescentou Ana Cunha, citada pelos jornais açorianos. Este contexto «levou a que, de imediato também, junto do Governo da República, pedíssemos novamente a fixação de serviços mínimos que assegurassem a continuidade do abastecimento às nove ilhas».

«Não temos alternativa, não temos ferrovia, não temos transportes terrestres e, nesse sentido, e porque já vimos de um período bastante prolongado de greve, voltámos a intervir junto do Governo da República, manifestando as nossas preocupações e solicitando particular atenção na definição dos serviços mínimos para a Região», frisou.

Com ‘Açoriano Oriental’

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