Greve no transporte de matérias perigosas: Governo impõe requisição civil

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O sector do transporte rodoviário de mercadorias está ao rubro, mas não pelas melhores razões: decorre uma greve nacional no que toca ao transporte de matérias perigosas, decretada pelo SNMMP. Face à rejeição do cumprimento dos serviços mínimos pela entidade sindical, o Executivo impôs hoje uma requisição civil.

Greve afecta aeroportos, portos, bombeiros e transportes públicos, lembrou o Governo

Na visão do Governo, a paralisação gizada pelo sindicato «afecta o abastecimento de combustíveis aos aeroportos, bombeiros e portos, bem como o abastecimento de combustíveis às empresas de transportes públicos e aos postos de abastecimento da grande Lisboa e do grande Porto», decretou, citado pelo ‘Jornal Económico’.

Aprovada por via electrónica, a resolução do Conselho de Ministros reconhece a necessidade de uma requisição civil dos motoristas de matérias perigosas em situação de greve, sustentada na argumentação de que a paralisação tem efeitos directos nefastos no abastecimento aos aeroportos, portos e empresas de transportes públicos.

Perante a ameaça de uma potencial disrupção nos elos logísticos do país (como são os aeroportos e os portos) e, fluidez do transporte de passageiros e até na segurança (caso dos bombeiros), o Executivo decidiu avançar para a requisição civil. A Presidência do Conselho de Ministros argumentou que recorreu à imposição da requisição civil «de modo a assegurar a satisfação de necessidades sociais impreteríveis na distribuição de combustíveis».

Com Jornal Económico

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