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Greve nos CTT com adesão de 10,5% e «sem impacto» no funcionamento da empresa

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Segundo dados recolhidos pelos CTT – baseados registo no sistema de processamento de vencimentos dos trabalhadores – a greve geral ocorrida na empresa teve uma taxa efectiva de adesão de 10,5% até às 12 horas deste dia 30, «sem impacto expressivo na actividade», frisou a empresa.

Empresa garante que adesão foi bastante reduzida

«A distribuição postal continua, portanto, a ser prestada durante o dia de hoje, não tendo esta paralisação tido impacto na actividade e operação, não se sentindo qualquer interrupção do serviço aos clientes», vincou a empresa, através de um comunicado hoje lançado, e no qual é analisada a greve geral. Neste contexto, a paralisação «também não afectou o serviço, uma vez que todas as Lojas CTT se encontram abertas».

Na missiva, à qual acedemos, os CTT confirmam a «baixa adesão», deixando a garantia de que a maioria dos seus clientes não sentirá «qualquer efeito da greve». Nos locais onde eventualmente se sentirem eventuais constrangimentos os CTT, caso seja necessário, vão proceder «a uma distribuição extraordinária de correio nos próximos dias», revelou a empresa, que deixou uma garantia e um agradecimento: tudo fazer «para minimizar eventuais impactos por forma a manter a sua operação dentro da normalidade», e agradecer o «sentido de responsabilidade» demonstrada pelos colaboradores, que, frisa, entenderem «o momento especial que a empresa atravessa e o esforço que se está a fazer no interesse de todos».

CTT «condenam veementemente» timing e motivações da greve

«Os CTT condenam e lamentam veementemente a greve convocada para os dias 30 de Novembro (segunda-feira, véspera de feriado), 2 e 3 de Dezembro e repudiam as razões para a sua realização», pode ler-se ainda no comunicado, onde é lembrada a protecção aos trabalhadores «no contexto de pandemia e desafiante enquadramento económico»: «A empresa sempre protegeu os trabalhadores, não recorrendo ao lay-off, comparticipando a vacina para a gripe e antecipando o pagamento do subsídio de Natal e prémios extraordinários junto, incluindo um prémio pontual atribuído aos trabalhadores que estiveram na linha da frente durante o Estado de Emergência de Abril e Maio», pode ler-se no comunicado.

A empresa estranha «as datas escolhidas pelas organizações representativas dos trabalhadores para a sua realização, numa semana com um feriado – como já tinha acontecido na última greve geral (na sexta-feira, 12 de Junho, após dois feriados) e em plena peak season», apontando «motivações políticas dos sindicatos» como estando na base da secundarização da «sustentabilidade da empresa» e da «preservação dos postos de trabalho».

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