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Grupo Deutsche Post DHL progride «de forma favorável» e sobe a previsão mínima para 2019

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O Grupo Deutsche Post DHL, líder mundial em serviços de correio e logística, apresenta de novo resultados financeiros favoráveis no segundo trimestre de 2019. Neste período, as receitas do grupo situaram-se nos 15,5 mil milhões de euros, um aumento de 3% face ao ano anterior.

As cinco divisões do Grupo contribuíram favoravelmente para a evolução positiva dos resultados, assim como todas as regiões a nível global. O lucro operacional do Grupo (EBIT) atingiu os 769 milhões de euros, (+ 2,9% relativamente ao ano passado). Contudo, o crescimento do EBIT foi constrangido por despesas de reestruturação das divisões Supply Chain e e-Commerce Solutions.

DHL Express«O Grupo Deutsche Post DHL está a progredir de forma favorável. O negócio evoluiu como planeado no segundo trimestre do ano», referiu Frank Appel, CEO do Grupo Deutsche Post DHL. «O Grupo gerou um EBIT de cerca de 1.9 mil milhões nos primeiros seis meses do ano – quase metade do nosso objectivo mínimo para 2019. As medidas que implementámos com o objectivo de melhorar a produtividade da divisão Post & Parcel e o aumento das tarifas irão trazer uma dinâmica acrescida na segunda metade do ano. Estamos confiantes na nossa performance e, por isso, subimos a previsão mínima deste ano – apesar do contexto macroeconómico exigente», acrescentou.

Neste ano fiscal, o Grupo espera aumentar o lucro operacional para entre 4.0 a 4.3 mil milhões de euros (face ao aumento esperado anteriormente de 3.9 a 4.3 mil milhões de euros). Os ganhos das divisões da DHL deverão rondar os 3.4 a 3.5 mil milhões de euros. O grupo já confirmou a previsão para 2020. O EBIT do Grupo tem um crescimento previsto para mais de 5.0 mil milhões de euros para o próximo ano, com a P&P a contribuir, segundo a previsão, com mais de 1.6 mil milhões e as divisões da DHL a contribuir com mais de 3.7 mil milhões para o total do Grupo.

Investimento e liquidez: os primeiros aviões de carga Boeing 777 encomendados

Com o objectivo de reforçar o crescimento rentável a longo prazo, o Grupo investiu um total de 1.3 mil milhões de euros em todas as divisões. Este aumento resultou particularmente da renovação da frota da DHL Express, anunciada anteriormente, na qual a empresa investiu 743 milhões no segundo trimestre. Até agora, o Grupo Deutsche Postal DHL encomendou já os primeiros dois dos 14 novos aviões de carga Boeing 777 e a encomenda de mais dois aviões está agendada ainda para este ano.

«O Grupo planeia aumentar as despesas de investimento para 3.7 mil milhões de euros durante o ano de 2019, comparativamente aos 2.6 mil milhões em 2018», frisou o grupo através do comunicado. O número contabiliza o valor destinado para a renovação da frota intercontinental Express: 1.1 mil milhões de euros. Devido ao aumento significativo das despesas de investimento, a liquidez caiu para os -547 milhões de euros no segundo trimestre.

DHL Express: Crescimento contínuo de receitas e lucro

Este trimestre, uma vez mais, a divisão DHL Express evoluiu positivamente. Apesar da decisão de abdicar das expedições pesadas no futuro, a unidade aumentou as receitas para 4.2 mil milhões de euros (em 2018 somou 4.0 mil milhões). O volume por dia do core business da divisão, o negócio expresso internacional teve um aumento de 6.6%, comparativamente ao período homólogo. «A continua expansão de volumes, aliada a uma gestão rigorosa das frotas, levou a um crescimento dos lucros operacionais para 521 milhões de euros (em 2018 fixou-se nos 517 milhões). A margem operacional atingiu um valor óptimo de 12,3%», explicou a DHL.

Os primeiros seis meses: receita sólida e melhoria dos resultados

As receitas do Grupo Deutsche Post DHL atingiram os 30.8 mil milhões de euros nos primeiros seis meses do ano, uma subida de 3,6%. Os lucros operacionais cresceram 16,7% chegando aos 1.9 mil milhões de euros. «Mais uma vez, as divisões da DHL contribuíram com ganhos substanciais, apesar de um aumento significativo da receita se dever a um efeito positivo não recorrente da parceria da divisão Supply Chain com a S.F Holdings na China, no primeiro trimestre», adiantou o grupo.

O resultado líquido consolidado após os interesses não controlados melhorou 7,9% nos primeiros seis meses, fixando-se nos 1.2 mil milhões de euros. O lucro base por acção cresceu para os 0.98 euros neste período, em linha com o crescimento do resultado líquido (0.91 euros em 2018).

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