Terminal de Santa Apolónia

Grupo ETE: Convites a 41 trabalhadores da insolvente A-ETPL foram rejeitados

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Em comunicado, o Grupo ETE veio esclarecer que, perante a declaração de insolvência da empresa de trabalho portuário de Lisboa (A-ETPL), deu prioridade à contratação de ex-trabalhadores da insolvente A-ETPL no processo de recrutamento de trabalhadores portuários que tem em curso.

Perante a cessação de actividade da A-ETPL e de todos os contratos dos seus trabalhadores, o Grupo ETE esclarece que, através das suas empresas de estiva que operam no Porto de Lisboa (Terminal Multiusos do Poço do Bispo (TMPB), Terminal de Santa Apolónia (TSA), e Atlanport), «convidou, de imediato, os ex-trabalhadores da A-ETPL a ingressarem nos quadros privativos das suas empresas, comprometendo-se a garantir a antiguidade, as mesmas condições remuneratórias e, ainda, a garantir o pagamento dos salários em atraso na A-ETPL».

Convidados 41 trabalhadores da insolvente A-ETPL

O Grupo ETE acrescenta ter convidado um total de 41 trabalhadores da insolvente A-ETPL, com 14 trabalhadores convidados para ingressarem nos quadros privativos da ETE, para além de vontade manifestada em contratar mais 27 trabalhadores para uma nova empresa de trabalho portuário – a ETP PRIME. Em todos os casos, o Grupo ETE garante a manutenção das mesmas condições remuneratórias, da antiguidade e o suporte dos salários em atraso.

Convites rejeitados depois de conversa com Sindicato, refere o Grupo ETE

GRUPO ETE - CIMPOR - Maior exportação de Clíquer porto de lisboa«O GRUPO ETE manifesta o seu firme propósito de contratar para os seus quadros privativos e da sua empresa de trabalho portuário, em constituição, e privilegiou, para tal, os ex-trabalhadores da A-ETPL insolvente», refere ainda o Grupo ETE no seu comunicado.

Contudo, «não obstante os convites reiterados e a garantia das condições remuneratórias», os convites não tiveram sucesso, «uma vez que os referidos ex-trabalhadores mesmo tendo manifestado muita vontade num primeiro momento, alegaram que após falarem com o Sindicato não se encontravam em condições de aceitar a proposta».

ETE avançou para novas contratações fora do antigo quadro da A-ETPL

Considerando estas dificuldades, nomeadamente a rejeição dos convites, o Grupo ETE adianta que não teve «outra alternativa que não fosse a de divulgar as referidas ofertas de emprego em vários sites de emprego e em jornais de divulgação nacional». Neste contexto, o Grupo refere ter já assinado 8 contratos de trabalho para os quadros privativos das nossas empresas», num trabalho de recrutamento que vai continuar.

O Grupo ETE recorda que tem de continuar a «garantir o serviço público», nomeadamente «o abastecimento das Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira», sobretudo no momento actual de Estado de Emergência, no âmbito da Pandemia COVID-19.

«O Grupo ETE compromete-se a tudo fazer para garantir o normal e regular funcionamento do Porto de Lisboa e, por conseguinte, o abastecimento de bens essenciais a quem deles precisa e, em concreto, abastecer as Regiões Autónomas da Madeira, dos Açores e a República de Cabo Verde», conclui o Grupo em comunicado.

Recorde-se que a PORLIS também está a recrutar novos trabalhadores portuários para as suas actividades no Porto de Lisboa.

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